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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Vista apresenta: T Ö S K Ø



Críticas políticas e um humor ácido, é o que encontramos nas criações de TÖSKØ. Auto denominando-se como a criança esquecida dos anos 90, ele trata sobre o “0 compromento estético padrão” – aspecto com o qual a gente se identifica puramente. Tosko contou pra gente que desenha desde os 5 anos de idade e lá pelos 15 começou a se identificar com o movimento Punk anarquista e junto vieram as pautas LGBTQ+, o feminismo e a luta contra o racismo. Para ele, essas lutas sociais eram como o “pacote da revolução”, diferente do que vemos hoje: Pink money e empresas que se apropriam de causas para lucrar. Como Tosko diz, o capitalismo sempre acha uma forma de silenciar a revolução. Afinal, o dono do dinheiro costuma sempre ser o opressor. 


“Não podemos esquecer da luta de classe, da opressão do rico sobre o pobre, da miséria e desigualdade do nosso país. Um país onde a maioria é negra e ainda assim, o racismo velado não perde força. Onde as maiores buscas porno são para travestis, e elas são as que mais morrem por aqui.” Diz ele.

Entrevistamos esse personagem, que de cara soubemos que tinha muito a nos ensinar, pra você conhecer e imergir na realidade dele, se liga:
– Conta um pouco de você, como começou a se relacionar com a arte e usá-la como ferramenta de luta/protesto? 

Desenho desde os cinco anos de idade, com 13 eu já escutava Racionais, mas aos 15 anos fui apresentado ao movimento Punk Anarquista, e junto com isso às pautas LGBTQIA+, luta contra racismo, o feminismo. A 15 anos atrás essas lutas não estavam tão segregadas, para mim era “o pacote de revolução”. Hoje está tudo tão apropriado por empresas multinacionais. O capitalismo sempre acha uma forma de silenciar a revolução, por que quem tem o dinheiro, ainda é o homem branco hétero. 

Não podemos esquecer da luta de classe, da opressão do rico sobre o pobre, da miséria, desigualdade do nosso país. Um país onde a maioria é negra, mas ainda assim, o racismo velado não perde força. Onde as maiores buscas porno são para travestias e elas são as que mais morrem por aqui, com uma estimativa de 33 anos de vida. É certo isso?… Bem, voltando… No punk eu aprendi a fazer serigrafia, fanzine, entendi que arte tem uso, não serve só para vernissage com rico cheirado falando merdas egocêntricas.

O Punk me mostrou que você não precisa de permissão. FAÇA VOCÊ MESMO.


– E sobre o “0 compromento estético padrão”? (a gente curte muito isso)

Bom, essa máxima vem como um revelador de prioridades no meu trabalho. Pois existe sim muito comprometimento, mas nunca com a estética nem com o padrão. Me comprometo com a luta de classes, com a crítica as minorias ricas, brancas e heterossexual, que alem de se comportarem como se fossem maioria, literalmente matam meus irmãos e irmãs. Então esse termo pode parecer apenas um Niilismo. Mas não! É coletivo e revolucionário. 

– Qual a influencia do skate, rap e punk no seu trampo? 

Eu sou a criança esquecida dos anos 90. Sou de 89, fui criado na rua, periferia de São Jose, descalço nas lajotas, pisando em ponta de cigarro. Era obvio que o Rap o skate conversavam com todos os meninos do bairro, tanto pela época, quanto pelo fator marginal. Isso reflete no meu trabalho porque todos somos esponjas, não podemos criar sem referencias, e as minhas são e sempre serão essas. Ande de skate e destrua!


– Hoje você consegue se sustentar com o que ganha trabalhando com sua arte e as vendas das camisetas e adesivos? 

A seis anos atras eu decidi que eu viveria do que produzo, e não enriqueceria mais nenhum burgues safado! Diferente da Betina, eu não tinha nem um centavo guardado em lugar nenhum, nem papa e mama. Levou esse tempo, 6 anos, para hoje eu sobreviver com minha produção. o complicado foi acreditar que alguém compraria o que eu desenhava. por mais que muitos amigos dissessem, “faz camisetas! seu trabalho é muito fod*”, eu vendia meus quadros, fazia cartazes para shows, mas não tinha coragem e nem dinheiro para começar a fazer esse lance de camisetas. Mas eu sempre fiz as paradas e meti a cara, comecei com pré vendas, e usava o dinheiro da pessoa para produzir a camiseta dela, e foi indo. Hoje estou me alimentando, alimentado meus gatos e cachorros e pagando minhas contas com o t0sko.





Curtiu? Para ver mais sobre o trampo de T0sko siga o Instagram @t0sko
Se você também produz arte ligada a cultura urbana, entra em contato com a gente pelo Instagram @VistaSkate ou pelo e-mail luisa@vista.art.br

Fonte: vista.art.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Coletivo Cópia apresenta galeria “No Bueiro” em Brasília

LEONARDO ARRUDA/ESP. METRÓPOLES

Colagens dadaístas, lambe-lambes, grafite e expressionismo abstrato americano servem de referência para as 20 obras expostas.

Por Samara Rodrigues*,
Com a intenção de pegar elementos do dia a dia e dar um novo significado para a junção deles, as obras de arte do Coletivo Cópia ocupam a Galeria Ponto até o dia 28/2. Intitulada de “No Bueiro”, a mostra pretende compor um novo significado para o cotidiano. Além de transformar o banal em arte, a primeira exposição como coletivo de Diego Xavier e Gabriel Erckmam dá luz ao underground dos muros e dos centros urbanos.

Encontrando um meio termo entre intervenção artística em espaços públicos e a forma tradicional de expor a arte, a Ponto recebe mais de 20 obras do Coletivo. “A ideia principal foi introduzir o ambiente urbano para dentro do espaço expositivo, entrelaçar o ambiente público ao privado, demonstrando as diversas contradições contemporâneas do fazer/expor artístico além de questionar a definição do que é considerado arte” explica Diego Xavier. As obras apresentam referências de colagens dadaístas, lambe-lambes, grafite e expressionismo abstrato americano.

Confira um pouco da mostra do Coletivo Cópia sobre as lentes do nosso mano @gabrielzago. Check & Play:


Clique aqui! para acompanhar mais fotos...


Amizade das ruas
O coletivo surgiu da paixão por arte e skate nas ruas de Brasília, entre os amigos Diego Xavier e Gabriel Erckmam. Com técnicas parecidas e concepções estéticas complementares, os dois fazem intervenções artísticas em espaços públicos com cartazes e lambe-lambes. Por usarem esse tipo de material a arte da dupla torna se passageira.

“Nossa arte torna-se efêmera, o que contribui para a nossa pesquisa, caracterizando dessa forma, nosso trabalho como algo vivo, exposto ao desgaste, à transformação e mesmo à destruição”, observa Gabriel Erckmam. Para o artista, a street art em Brasília está presente nas passagens subterrâneas, viadutos, paredes de prédios, paradas de ônibus. “A maioria dos artistas é de anônimos, por tal prática ser ilegal e vinculada ao vandalismo”, completa Erckmam.

"O artista marginal impõe sua arte como identidade através dos muros da cidade, dessa forma o movimento fixado pelo artista de rua demonstra que existe alguém tem muito a dizer. Ali começa a grande democratização que esse tipo de intervenção artística carrega. A rua é a nossa galeria"
Xavier, Diego.

Galeria em ponto próprio
Com novo endereço, a Galeria Ponto se instalou numa garagem da comercial 710/711 Norte para ampliar seu espaço. Começando numa casa coworking, já passou pelo Mercado Cobogó e recentemente ocupa um lugar próprio oferecendo três serviços distintos — espaço expositivo, ateliê de fine art e espaço maker.

A galeria trabalha com exposições de fotografia e arte contemporânea. Os artistas que tiverem interesse em expor o trabalho no local devem mandar um briefing e o portfólio para o e-mail da Ponto (atendimento@galeriaponto.com.br). É possível encontrar as obras à venda no shop online.


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Fonte: Metropoles

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

THE VALLEY OF DEATH AND LIFE: SCARLET IBIS

Dessa vez o Filipe Zapelini se juntou com o Fabiano Rodrigues e mais alguns parceiros para contar um pouco da trajetória do menino de Cubatão, rolê e o estilo do Akira Shiroma, com o cuidado estético que ele merece. Entre imagens e trilha sonora descobrimos, mais uma vez, um encantamento com ele.




No vídeo o cenário é sua cidade natal, a mítica Cubatão. Conhecida no mundo inteiro por causa da sua alta taxa de poluição e dos muitos casos de problemas relacionados a ela. Mas descobrimos um outro lado desse lugar pelos olhos do Akira, com mata atlântica, mangue, águas limpas. Um contraste que ajuda a entender a formação do skatista que tanto gostamos.


E mais alguns registros do processo cedidos pela Volcom, que ajudou a bancar o projeto que foi lançado pela incensada revista Desillusion:





Fonte: vista

terça-feira, 9 de junho de 2015

MOVIMENTO

Por. Diego Sarmento e @diegosar,
Nosso colaborador de todas as horas Diego Sarmento recentemente esteve em Brasília para fazer um rolê com o skatista local LP Aladin. E Brasília vocês sabem, é linda, planejada, com muitos picos e com uma galera do bem, menos nos assentos ocupados pelos políticos, ou pelo menos, na maioria deles. E foi a partir dessa visão crítica que o Diego mandou esse depoimento em conjunto com essa foto incrível do Aladin:


“Um movimento pode ser qualquer forma de ação ou um ato a favor de um protesto.

A manifestação através do barulho do skate se faz uma forma de expressar a revolta contra inúmeras injustiças no país em que vivemos.
De um lado políticos corruptos, do outro pessoas comuns querendo seus direitos num mesmo sistema degenerado.

O simples fato de embalar nossos skates nos coloca como protestantes ativos. Para nós skatistas esse é e sempre será nosso movimento.”

Fonte: Vista.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

PARANOÁ COTIDIANO


Esse vídeo nasceu com a ideia de mostrar mais ou menos a rotina aqui na nossa quebrada Paranoá-DF, maior satisfação de colar com esses manos todos os dias, ao som de Nocivo Shomom - Soldado Perifa. Edição & Imagens: Samy Sousa. Check & Play:


Fonte: samy.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Mostra Street Art – Um Panorama Urbano chega à Brasília


A Mostra Street Art – Um Panorama Urbano, que já passou pelo Rio de Janeiro, chega à Brasília a partir do dia 26 de novembro na Caixa Cultural, e traz obras de diversos artistas urbanos brazucas, e de diversos outros países como Inglaterra, Itália, França, Estados Unidos e Portugal.

Nomes como do inglês Banksy, os franceses Jef Aerosol e Rero, os portugueses Vhils e ±MaisMenos±, os brasileiros Nunca e Herbert Baglione, os italianos StenLex e Pixel Pancho e os americanos HowNosm utilizam as mais variadas técnicas – pintura, estêncil, colagem, mosaico, instalações, resina, carimbo, montagem e até esculturas.

A mostra traz uma peça exclusiva de Banksy. A obra EVERYDAY A FRESH LOAD OF COMPROMISE – 2006, peça única, foi gentilmente cedida por um colecionador. O artista inglês, cuja verdadeira identidade é desconhecida, é famoso pelas ações explicitamente políticas, que chamam a atenção do mundo, como pintar painéis irônicos no lado palestino do muro que separa a Cisjordânia de Israel. Além dela, mais um trabalho do artista estará na exposição.

Todos os outros artistas criaram peças especialmente para a exposição. Pixel Pancho realiza uma obra in loco. “A ideia é que tenhamos peças inéditas desses artistas, alguns deles realizando trabalhos que reflitam o olhar deles para o Brasil. Acredito que a exposição poderá estabelecer um diálogo maior com o público,” explica Luiz Prado, produtor do projeto.

Serviço
Exposição Street Art – um Panorama Urbano
Visitação: De 26 de novembro de 2014 a 11 de janeiro de 2015
Horário: De terça a Domingo das 9h às 21h
Local: Caixa Cultural Brasília | Galeria Principal (Setor Bancário Sul Quadra 4 – Lotes 3/4)
Classificação indicativa: livre
Entrada Gratuita

Lançamento de catálogo: 12 de dezembro, às 19h
Local: Caixa Cultural Brasília | Galeria Principal
Classificação indicativa: livre
Entrada Gratuita.

by Jef Aerosol – divulgação

sexta-feira, 30 de maio de 2014

AUTOCONTROLE

Fabiano Rodrigues apresenta em AUTOCONTROLE nova série de autorretratos, prática que vem desenvolvendo desde 2010. Neles, o artista explora a relação do próprio corpo, normalmente em movimento, com a arquitetura e a paisagem de centros urbanos. Ex-skatista profissional, Rodrigues captura o ápice de manobras em enquadramentos previamente planejados. Sua precisão performática entra por vezes em harmonia, por vezes em desalinho, com as formas arquitetônicas, resultando em imagens grandiosas e geométricas, desenhadas por um jogo suntuoso de luz e sombras.

Fabiano Rodrigues na Vista 053

Em AUTOCONTROLE, Rodrigues segue a prática de se fotografar em meio a construções simbólicas e modernistas, tais como a Igreja da Pampulha e o Conjunto JK, ambos em Belo Horizonte/MG. O título da exposição alude não só ao rigor formal das composições de Rodrigues, mas também à contenção e ao equilíbrio físico a que o artista sujeita o próprio corpo. Seu processo artístico demanda ao mesmo tempo uma pesquisa rígida do olhar e um preparo intenso do físico. É a harmonia de ambos, cujo momento decisivo Rodrigues captura com um controle remoto sem fio, que imprime a conjunção exata entre espaço, luz, corpo e movimento.

Assista ao vídeo produzido para apresentar a expo. Check:


AUTOCONTROLE, de Fabiano Rodrigues.
Abertura: 7 de junho de 2014, sábado, das 11h às 18h
Visitação: 7 de junho a 9 de agosto de 2014

Rua Artur de Azevedo, 401, São Paulo/SP
terça a sexta, 11h às 19h; sábado, 11h às 18h
+5511 30620865 / +5511 30622381

Fonte: VISTA

sexta-feira, 9 de maio de 2014

PIXAÇÃO + DRONE = ROLINHO BROS

Verdadeira sumidade quando o assunto é arte e rua, nosso amigo e colaborador de boas horas Tony de Marco realizou uma ação em São Paulo recentemente e pedimos que ele explicasse um pouco pra gente. Depois assista ao vídeo!




“A ideia de pintar na calha do Rio Tietê nunca saiu da minha cabeça desde sua construção, em 2005. Muitos planos e pouca ação. A formação do grupo Rolinho Bros, com Felipe Risada (Rir) foi fundamental para a realização do projeto. Assistindo um voo de drone feito pelo amigo Wagner Sartori Jr percebi que a hora tinha chegado. O quadricóptero é pilotado em primeira pessoa. O drone transmite o vídeo para um óculos, dando a impressão que o piloto está dentro dele. Apesar do trampo ser visível para os carros da margem oposta, o local foi escolhido para privilegiar a visão de quem está dentro do Metrô, chegando na rodoviária. A adrenalina foi maior porque, devido as imagens aéreas, o ataque teve que ser a luz do dia. Conseguimos, tatuamos a cidade. Foram 12 litros de látex gastos em 15 minutos. Da próxima vez a gente leva mais tinta”. Check:


Tony de Marco (Pixotosco)

Fonte: VISTA

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

THE WALLRIDE PROJECT – ALEX HORNEST



O THE WALL RIDE PROJECT TEM LEVADO ARTE PÚBLICA E GRATUITA ÀS PESSOAS QUE PASSAM PELO CENTRO DE SÃO PAULO. A PROPOSTA CONSISTE EM INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS DE DIFERENTES SEGMENTOS EM UM MURO LOCALIZADO NA FRENTE DE UM DOS CARTÕES POSTAIS DA CIDADE, O EDIFÍCIO COPAN. CHECK:


VEJA MAIS SOBRE A INTERVENÇÃO DO SESPER, ACESSE VISTA.

FONTE: VISTA.

Deslize


Está rolando no Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) a exposição “Deslize”. A organização da mostra produziu o making of e ela pode ser visitada até o dia 27 de abril, quem puder ir, não deixe de curtir. Check:


Fonte: Skataholic.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Instruções de como fazer uma pista de skate de papel



Uma agência de marketing e design brasileira disponibilizou um arquivo para montar uma pista de fingerboard, que acaba sendo também uma dica para decoração. Basta imprimir esse arquivo, recortar e montar. É bem simples, basta seguir as instruções:

Primeiro, baixe o arquivo aqui.

Depois, imprima em papel couche 130g ou folha normal, mas para ter uma pista firme, precisa ser um papel mais rígido, então é sugestivo colar o papel normal numa cartolina.

Agora, siga as dicas da agência Smuzi, que é quem produziu o PDF.

Marque todos os vincos com uma caneta ou algum ferramenta de ponta arredondada. Sempre marque todos os vincos antes de cortar o modelo, isso ajuda muito nas próximas etapas.




Agora corte os modelos e faça as dobras. Veja como os modelos foram projetados e entenda onde serão feitas as dobras.


A
última etapa é colar tudo, fixando bem os pontos de cola. Você pode customizar a sua pista com canetas ou tinta. Divirta-se!



Fonte: Skataholic.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Mr. Taka

Por Fel,
Descobri o Mr. Taka pelo Facebook e gostei! Como ele fez essa arte aí embaixo com o rosto do Luan, resolvi colocar aqui, junto com mais duas que achei foda, pra vocês também gostarem! E ele já tá pesquisando quem vai ser o próximo skatista a ser digitalizado! Deixe suas sugestões pro cara no Facebook e visite o Tumblr! Check as fotos e giffs:





PLATAFORMA MUDA | ARTE E SUSTENTABILIDADE

Por Rogério Carnaval,
Imaginem um lugar que pode transformar a arte de um quadro, de uma foto ou até um grafite em um produto feito de maneira responsável? Pois é isso que a Muda esta se propondo em fazer e pedem a colaboração via financiamento colaborativo.


Confere mais no vídeo:


Vai ser simples: basta o artista, a empresa ou um projeto enviar suas artes e a Muda cuidará de todo operacional. Desde a busca por matérias-primas que respeitem o meio-ambiente, a estética e a qualidade esperada por formadores de opinião, aplicação da estampa, o processo de pagamento e, por fim, a entrega do produto. Cada um poderá ter sua loja, ou apenas criar seus próprios produtos, seja enviando uma arte, ou até mesmo linkando com o Instagram. E quem decidirá a comissão por venda será o próprio usuário!


Uma plataforma já nascida na sustentabilidade. As camisetas são produzidas com algodão 100% orgânico e manufaturadas por uma cooperativa, a carteira é de material reciclável, o case de celular de bambu. Curtiu?


Então faça parte dessa mudança, acesse Startando.

Fonte: Vista.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Chivitz faz Mônica Skatista na homenagem de 50 anos da personagem

“Mônica minha pela cidade”, por Chivitz (Divulgação)

Mônica, a personagem em quadrinhos mais famosa do Brasil está completando 50 anos de idade. Para comemorar o aniversário, a Maurício de Souza Produções, convidou 50 artistas para personalizar esculturas da Mônica em fibra de vidro de 1,60m. As esculturas estão espalhadas por toda cidade de São Paulo, onde ficam até o dia 8 de dezembro.

O skatista e grafiteiro Chivitz é um dos convidados e adaptou um skate à escultura que batizou de “Mônica minha pela cidade”. Ela está exposta no Parque da Independência (SP), aquele jardim imenso em frente ao Museu do Ipiranga (SP). Curiosamente, um lugar que o skate já sofreu grande repressão. Guardas eram instruídos à manter skatistas longe das dependências do parque. Já fui uma das vítimas dessa arbitrariedade somente por estar com skate na mão. Nem estava andando. Os guardas pegaram os documentos meu, do Anderson Tuca, Dhiego Correa, Thiago Garcia e do Marcos Mamá, e nos deixaram numa salinha por horas.

Fonte: Skataholic.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Dois skatistas santistas e suas artes por São Paulo



The Wall Ride Project por Sesper 
(Photo: Sidney Arakaki)

   Alexandre Cruz e Fabiano Rodrigues são dois skatistas santistas multi-talentosos que atualmente moram em São Paulo. O Alexandre é conhecido como Sesper e também Farofa, vocalista da banda Garage Fuzz. Fabiano Lokinho é o skatista profissional que também teve experiência como empresário, fundando as marcas Plata e Superia, e é fotógrafo autodidata.

   Os dois, que são agenciados pela galeria logo, do Lucas Pexão, estão participando de exposições expressivas em SP. Sesper inaugurou no último final de semana o projeto “The Wall Ride Project”, um muro numa esquina da Avenida Ipiranga (altura do número 120), ao lado do edifício Copan – cartão-postal da capital paulista projetada por Oscar Niemeyer. Um lugar muito bem localizado, com estimativa de 500 mil pessoas circulando diariamente, e quem passar ali logo presta atenção nas características artes de Sesper, carregadas de grafismo, colagem, design e fotografia.

   Lokinho é um dos 35 artistas presentes na primeira edição da FotoBienalMASP no Museu de Arte de São Paulo. São 11 autorretratos em destaque, dele andando de skate dentro de museus no Brasil, Argentina e Polônia. Com o perdão do trocadilho, o skatista é considerado uma revelação da fotografia. Em tão pouco tempo fotografando, Fabiano mostra um olhar único. As manobras são apenas detalhes dentro de composições harmoniosas em preto e branco.

O muro do Sesper no Wall Ride fica exposto até o final de novembro. Mais informações no http://thewallrideproject.com. Mais informações sobre os artistas, no http://www.galerialogo.com

Fonte: Skataholic.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

[URBN] MTRZARTFVR


O MATRIZ ART FEVER É UM EVENTO DE ARTE SELVAGEM, CRUA, FRESCA E SEM FRESCURA. UM CONTATO IMEDIATO ARTISTA-PÚBLICO, DANDO A OPORTUNIDADE AOS AMANTES DE ARTE DE GARIMPAR ARTISTAS AINDA EM SUA ESSÊNCIA, SEM A INEVITÁVEL CONTAMINAÇÃO MERCANTILISTA DAS GALERIAS. O EVENTO CHEGOU A SUA TERCEIRA E MAIOR EDIÇÃO NO DIA 8 DE SETEMBRO, UM DOMINGO, NO MESMO FIM DE SEMANA QUE O RIO SEDIOU OS EVENTOS ART RIO E ART RUA. ASSISTA AO VÍDEO PRODUZIDO PELA CASA DA MATRIZ. CHECK:


Fonte: VISTA.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O cara das artes

por Fel,
Marcio Moreno é o nome do cara. Quando o embrião da Black Media começou a se formar, precisávamos de alguém que conseguisse colocar em forma de desenho as ideias, seções e loucuras discutidas em dezenas e dezenas de reuniões e conversas. Foi aí que o Caetano falou que conhecia um cara, o Marcio, que desenhava. O problema é que, hoje em dia, todo mundo fala que desenha, que tira foto, que faz vídeo… Todo mundo é artista. Mas quando nós vimos o trampo do Marcio, ficamos de cara com a qualidade e o nível de detalhes que esse doente coloca em cada ilustração. A parceria foi feita na hora; era a cara do site.

Quem me conhece sabe: eu sou chato pra caralho pra gostar de alguma coisa de verdade (mas chato de verdade mesmo). Agora olha aí embaixo e me fala se o trabalho dele não é FODA. Depois dá uma olhada no site dele que tem mais coisa: www.marciomoreno.com.

Sereia e pirata.

2 Dentes Podres.
Joe Navalha.
Incêndio Shop.

2 Dentes Podres.

A porca e o palhaço.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

BROOKLYN APOCALYPSE



   KC ORTIZ, JUNTO COM O DUO AUSTRALIANO DABS MYLA, VIAJOU PARA NOVA IORQUE PARA ADICIONAR UM POUCO DE COR A VIZINHANÇA DO BROOKLYN (Foto/1974). TAGS QUE SE TORNARAM FAMILIARES E ASSOCIADOS AOS DOIS, TONS MAIS ESCUROS E EFEITOS ESCORRIDOS, CULMINARAM NO TÍTULO DESTE TRABALHO REALIZADO ATRAVES DO PROJETO DA LRG GRINGA CHAMADO ARTIST DRIVEN. CHECK:



VEJA MAIS AQUI NO SITE.

Fonte: VISTA.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

NEW SKATE apresente Arte e Liberdade (Coleção Verão 2014)


Assim disse um escritor francês no século XVIII: “A arte é o lugar da liberdade perfeita”.


O artista busca o diferente onde todo mundo só vê o igual. Se em nossas vidas cotidianas somos submetidos a diversos controles que se colocam em relação ao que pensamos, escolhemos e até desejamos, é na arte que podemos encontrar uma fuga, uma possibilidade de fazer tudo diferente. É por meio da arte que o homem pode se livrar de todas as imposições, padrões e determinações que lhe são impostas.

A NEW acredita que é através da arte que podemos enxergar as coisas a partir de uma perspectiva livre, em que transformarmos nossa realidade. Criar e imaginar um mundo diferente, é também fazê-lo novo. Tendo isso em mente, o tema da nova coleção da NEW é Arte e Liberdade, pois acreditamos que estão sempre juntas: produzir arte é criar espaços de liberdade que nos permitam pensar, imaginar, criar, inovar e transformar, livres de amarras.


As estampas da coleção trazem os trabalhos, com intervenções inspiradas nos artistas de rua e de diversos artistas que de alguma forma, foram capazes de mudar o mundo e influenciar ideias. Interferimos na arte icônica de Leonardo da Vinci, a Mona Lisa, mesclando a imagem ao símbolo do filme V, de vingança. Andy Warhol, criador da POP ART, criticava a sociedade de consumo, e assim como os grafiteiros, buscou aproximar a arte, da vida comum. O pai do surrealismo, Salvador Dali, representava imagens do cotidiano e a si mesmo de uma forma inesperada, surpreendente e extravagante para chamar a atenção e provocar. As modificações feitas nas produções desses artistas para compor as estampas da NEW, foram inspiradas pela arte de rua, que traz a ideologia para transformação da comunidade e que é um elemento essencial dessa coleção.


Acreditamos que o grafite, o skate e as intervenções urbanas são democráticas, dialogando com todos os indivíduos, indiscriminadamente e construída da maneira mais livre possível. A cultura do skate está inserida nesse modo livre, direto e efêmero de fazer arte. Não é à toa que a imagem de um skate com asas aparece em diversas estampas. Os instrumentos para fazer arte e que representam liberdade: o pincel, o spray e a tinta estão representados nas estampas e peças da coleção NEW.

Acesse o site da NEW e confira a COLEÇÃO VERÃO 2014.

Fonte: NEWSKATE.

domingo, 7 de julho de 2013

FESTIVAL DO MINUTO: AMASSA LATA


   Mais uma vez Murilo Romão se junta a Maitê Bueno e Andre Porto para participar do Festival do Minuto. “Uma lata, após ser jogada em um lixo comum, se revolta e sai para a rua”, eis o mote da produção que esta concorrendo neste importante festival. Check:

               
         
           
         
      
Se gostou e que dar sua opinião acesse FestivaldoMinuto, e veja mais.

Fonte: VISTA.