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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Se liga como foi o Campeonato Skate de Rua - Skatepark de São Sebastião/DF


Campeonato organizado por George "Caffeína", que ocorreu domingo (22 de Agosto) no Skatepark de São Sebastião agradeceu o apoio recebido para a realização do evento.
No dia ocorreu campeonato de skate, batalha de MC's e intervenção de grafiteiros. Nós da SUG Crew parabenizamos a todos os envolvimento e o fortalecimento da cena Skateboard no DF e entorno, estamos juntos!

Confiram as fotos de como foi esse campê:
 

 
 

 

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Divas Sessions Day

Resultado de imagem para Divas Sessions Day brasília
 
Texto: Renata Oliveira / Fotos: Dennes Ferreira,
O evento idealizado por Estefânia Lima, fundadora do Divas Skateras, aconteceu simultaneamente em 14 estados do Brasil. Algo inédito no mundo.

“Foi um sonho realizado, minha vontade sempre foi juntar as meninas em uma sessão, mas como a distância geográfica não nos favorece, rs! Formei um grupo e pouco a pouco as meninas foram dando ideias e mais ideias e o que era pra ser uma sessãozinha, acabou virando esse evento com o apoio de 100 marcas. Para muitas meninas foi a primeira experiência com organização de evento, agora elas pensam em movimentar mais a cena.”

Além de impulsionar as meninas a continuarem andando e se unindo cada vez mais, o Divas Sessions também abraçou várias causas sociais.

“Se depender de mim, todos os eventos do Divas apoiará uma causa”

Esse rolezão mostrou que o skate feminino continua mais vivo do que nunca. E que as meninas querem sim, devem e vão ocupar o espaço que também é nosso. Confira essa entrevista na íntegra.


Como que surgiu essa ideia de uma sessão simultânea?

Estefânia: Desde que o Divas surgiu em meados de 2006 meu sonho era juntar todas as meninas numa sessão, como isso não era possível devido a distancia geográfica, as meninas me enviaram fotos andando e eu fiz o primeiro dvd do Divas. Depois de 13 anos a gente fez um movimento desse, todas as dificuldades, de ter mantido o projeto vivo, todo o meu tempo dedicado, de todo o tempo de todas as meninas que colaboraram, porque se não fosse por cada uma delas o Divas Skateras não seria o que é hoje. Eu não imaginava tudo isso, o tanto de coisas boas e de amizades que eu fiz.

Quais as maiores dificuldades vocês encontraram?

Estefânia: Eu lancei a ideia paras as meninas em Fevereiro desse ano, logo após eu viajei, estava fora do país, então nos falávamos às vezes. Quando eu retornei faltavam menos dois meses a data que a gente tinha estipulado, foi aí que comecei a dar uma motivada nelas, a botar quente e aí que a gente foi mexendo, cada uma correndo atrás no seu estado pra fazer acontecer e muitas meninas nunca tinham organizado evento, mas tinham disposição e muitas delas vieram me agradecer pela oportunidade, porque elas estavam aprendendo a lidar com pessoas, com imprevistos, coisas que ela não estariam vivendo se não tivessem abraçado essa ideia. Para mim em particular, o mais difícil foi dar um suporte pra elas, sabe? Porque a gente já criou um vinculo, elas confiam muito em mim e elas sempre pediam minha opinião se fossem fazer alguma coisa e eu dar conta de dar a atenção merecida, foi foda. O que eu achei o mais massa foi que elas não se limitaram, elas foram pensando grande e me surpreenderam muito.

Desde o início foi idealizado que o evento apoiaria causas sociais ou surgiu ao longo do projeto?

Estefânia: Eu sou bem sensível a causas sociais e eu pensava muito em como eu poderia agregar isso, usar o skate pra ajudar o próximo e me veio isso na ideia do Divas Session que já aconteceu algumas vezes aqui em Cuiabá, uma vez no RJ e uma vez em Brasília, se chamava Divas Sessions beneficente. Então eu pensei por que não cada estado apoiar uma causa? Então a gente tá fazendo uma grande corrente do bem e se depender de mim, todos os eventos do Divas serão em prol de alguma causa.

Qual era a sua expectativa em termo de visibilidade pro skate feminino e principalmente o amador?

Estefânia: Sobre a visibilidade, eu acho que não esteja sendo só pro iniciante, amador ou profissional, está sendo pro skate feminino. É tudo skate. Eu também tô sempre acompanhando nas redes sociais a repercussão que está tendo então eu estou vendo muitas associações, federações, muitas skate shops, muitos perfis pessoais dos caras compartilhando, então tudo isso faz parte para que o evento seja um sucesso. Tudo isso que tá acontecendo uma união gigante, a gente uniu mais de 100 marcas, juntando todas que apoiaram em cada estado.

Qual foi o saldo geral do evento, foi além da expectativa de público, de incentivo mesmo pras meninas? Na real é uma motivação para continuarem andando e agora com a possibilidade delas organizarem os seus próprios eventos porque normalmente o skate feminino fica muito a mercê dos eventos masculinos, de ter uma categoria feminina (quando tem).

Estefânia: Então, quando eu dei ideia pras meninas foi só uma sessãozinha básica ali, se reunir. Mas aí a gente conversou ali no grupo, elas foram lançando ideias e já foi tomando uma proporção maior, o que é o máximo. Sobre o que o Divas Sessions deixou pra elas, assim, muitas nunca tinham organizado um evento e elas não sabiam dessa capacidade delas então elas já disseram que se animaram pra movimentar mais a cena, organizar mais eventos. Isso é bom que despertou essa gana de não deixar morrer o skate feminino. Também tem aquela questão da valorização da premiação que não é migalha nenhuma, igual acontece muitas vezes ainda e infelizmente quando é campeonato organizado pelos caras e outra coisas conversando com elas, todo mundo saiu ganhando alguma coisinha, isso é legal.

Pra finalizar, aquele velho saaalvê!

Estefânia: Primeiramente para todas organizadoras que abraçaram a ideia sem pensar duas vezes. Aos apoiadores, patrocinadores, as mídias todas, as nacionais e locais, como é o caso da Central e amigos né, porque sem eles aqui em Cuiabá não teria acontecido, eu sempre tive o apoio deles e dessa vez não foi diferente e eu sou muito grata. Agradecer as meninas de Londrina e Porto – Portugal, que mesmo não tendo evento na cidade delas, foram lá e se reuniram para comemorar esse dia. A todos que diretamente ou indiretamente ajudaram, foram muitas energias nesse evento!


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Renata Oliveli



quinta-feira, 15 de agosto de 2019

MOMENT – Paulo Macedo

 
Natural de Brasília, Paulinho, como é conhecido pelos amigos, nos contou um pouco sobre a realidade do mercado de skate nos EUA e suas vivências como fotógrafo.

Como surgiu a oportunidade de mudar para os E.U.A?
 
Vim para os Estados Unidos com o intuito de andar de skate e trabalhar, só não imaginava que iria trabalhar com foto. Cheguei aqui pintando casa e fazendo serviços em mercados.
Fazia faculdade de jornalismo antes de vir pra cá mas larguei no 5° semestre, quando tive a oportunidade de vir pros EUA.

E o envolvimento com foto de skate?
 
Fui comprar minha câmera no final de 2009, porque sempre tive vontade de ter uma, mas não tinha noção de onde uma câmera me levaria.
Em 2010 comecei a me envolver com fotografia de skate. Só queria registrar momentos das minhas viagens e dos meus amigos. Com tempo fui aprendendo, evoluindo e tudo foi fluindo naturalmente.

Você acha que se tivesse ficado no Brasil, hoje você estaria trabalhando com fotografia ou teria seguido outro caminho?
 
Poderia estar trabalhando, mas não com Skate. Porque o mercado do skate no Brasil está em outras cidades, não de onde eu morava. Também existe o fato das marcas não terem dinheiro pra pagar os fotógrafos. Talvez poderia ser outra coisa, porém eu tenho essa filosofia de fazer o que eu gosto e eu sou feliz sendo fotografo, não importa se sou fotografo de skate, casamento ou fashion.

Quais os impactos que você sentiu tanto como skatista, quanto como fotógrafo ao chegar aí?
 
Foi difícil de me envolver aqui, primeiro pelo fato de ser estrangeiro e também de não conhecer a galera, aprender a falar a língua e o principal adquirir a confiança dos gringos.

Pedro Biaggio – Switch Flip
 
 
Mika – Fs Nosegrind
 
 
 
Ivan Monteiro – Fs Feeble 
 
 
Gino – Kickflip 
 
  Gabriel Fortunato – Bs Ollie

Como as mídias (revistas/sites) o recebeu?
 
A The Skateboard Mag tinha um espaço no site para novos fotógrafos, eu enviei umas fotos, mas nunca obtive resposta deles. Eu estava no Brasil trabalhando com fotografia de casamento e ajudando a minha mãe e comecei a juntar dinheiro para mandar para minha ex, que já morava aqui. Ela ia me comprar uma fisheye (lente), então postei num site aqui dos EUA procurando por uma lente e quem me respondeu foi o Anthony Acosta. Quando eu vi o e-mail, perguntei se era o fotógrafo de skate e ele disse que sim, falei pra ele que também era fotógrafo de skate, que estava no Brasil. Ele quis ver o meu trabalho, quando mostrei, ele falou: – Pow cara, você é um fotógrafo incrível, eu quero te conhecer pessoalmente. Passado um tempo, minha ex foi lá comprar a lente, ele me deu um livro dele autografado e eu fui à uma exposição de fotos dele quando cheguei nos EUA. A segunda vez que eu o vi, foi no The Berrics. Ele estava com uma galera que acabei conhecendo através dele, o Dave Swift, editor de fotografia da revista e o Grant Brittain, o editor chefe. Como sempre tenho meus trabalhos no celular, mostrei a eles e falei que tinha enviado no site, mas ninguém me respondeu. Então eles falaram: – A partir de hoje você vai começar a mandar foto direto pra gente. O fato de ser irmão do Felipe Gustavo me facilitou contato com muitos skatista, mas o Acosta foi o cara que me abriu as portas na Skateboard Mag.

Com relação a valorização do material fotográfico, você cita que as marcas nacionais não tem dinheiro, como que é essa questão aí, já que são marcas a nível mundial, como que é a relação: marca, fotógrafo e skatista?
 
Aqui com 100 dólares você compra qualquer equipamento de foto, dá pra você comprar uma lente, dá pra você consertar alguma coisa, já com 100 reais no brasil não consigo ter o mesmo acesso que aqui. Tem essa diferença de valor e aqui os caras valorizam mais, as marcas têm mais grana, já tem tipo um padrão. Já no Brasil não, os caras ficam chorando, esse é o problema.

O que mudou na sua visão em relação ao Brasil, por você estar inserido agora em outro meio, tendo uma percepção de fora, onde você percebe as falhas tanto com os skatistas, quanto com os fotógrafos.

O que você acha que faria o mercado do skate avançar e talvez sair desse polo Rio – São Paulo, enfim, ter visibilidade mesmo não só naquele lugar?
 
O Brasil é minha raiz, minha casa. Mas no Brasil tem uma grande indústria no skate mundial e tem vários skatistas com nível absurdo, não só no skate como na foto. Pra te falar a verdade no skate sempre vai ter panelas. É igual aqui. Califórnia é a cena mundial e se você não vier pra cá você não vai estar inserido nessa panela. No meu caso nunca tive que ir a São Paulo ou pra nenhum outro lugar do Brasil para as pessoas reconhecerem meu trabalho. Sempre fiquei em Brasília e acredito quando você é bom no que você faz, sempre vai ter espaço e as pessoas vão te achar. Sempre procurei evoluir no que fiz independente de lugar ou da opinião dos outros. Muitas pessoas vão falar que consegui pelo meu irmão ou sorte. Mas sempre tive muita fé em Deus e também no que fiz. Acreditei que um dia iria tirar fotos dos melhores skatistas e tudo foi um processo. Envolver-me com os gringos é totalmente diferente do que com os brasileiros, aqui é outra cultura e não tem o jeitinho brasileiro. Os caras são business e poucos são seus amigos. Então faço o meu melhor e tento meu relacionar da melhor forma possível com as pessoas. Tudo na vida é baseado em relacionamento. Porém, você não pode desistir dos seus sonhos não importa o que as pessoas vão falar ou pensar. Tenha fé em Deus e em você. Obrigado central pela oportunidade, minha família e amigos que acreditaram no meu trabalho e Deus por me guiar nesse mundo.

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Se liga como foi a DIVAS SESSION DAY pelo Brasil


Sessão simultânea feminina de skate, que aconteceu em 14 estados brasileiros, algo marcante na história para as novas skatistas do Brasil.

Texto e entrevista: Graci Santiago
O intuito do Divas Session Day é incentivar cada vez mais o skate feminino, principalmente nas cidades mais distantes do eixo sul/sudeste, e claro, manter a diversão e união entre elas, além de ajudar instituições de caridade com doações.

Cada cidade contou com organizadoras, meninas que fomentam o skate feminino da sua região. Com muito entusiasmo, foram localmente atrás de patrocínios e apoio para que o tão esperado evento acontecesse.

Essa edição (que seja a primeira de muitas), já é um grande passo para mais união, mais respeito e mais visibilidade ao skate feminino no Brasil. O Divas Session Day, veio para ficar!

Agora fique abaixo com a entrevista realizada com a idealizadora do projeto, Estefânia Lima.

Quando e por que surgiu essa ideia do Divas Session Day?


Criei o Divas em 2006, numa época que era só eu de menina andando de skate em Cuiabá(MT), com a intenção de unir as meninas, independentemente da distância. Quando lancei, no mesmo ano, um vídeo com meninas de diversos lugares do país, a ideia era de andarmos de skate juntas, apesar dos km que nos separavam. O Divas Sessions Day não foi diferente, marcamos uma sessão simultânea, e deu super certo!

Quando fez o grupo para conversar com as meninas de cada estado, o que passou pela sua mente sobre algo que parecia ser tão “impossível” de abraçar?


Primeiro eu conversei com algumas meninas pra saber o que achavam, e foi tipo: “Pô, Fânia, essa ideia é meio doida, né? Vamos fazer!”. Depois criei o grupo, fui adicionando meninas responsáveis por cada estado e tudo fluiu. Parecia ser impossível, pois cada menina tem suas obrigações (faculdade, trabalho, etc.) O que eu estava pedindo era o tempo e a energia delas, que elas poderiam estar gastando de outra forma. Mas foram lá e executaram com excelência.

Você pretende continuar esse projeto?

Tivemos uma experiência e tanto com essa primeira edição, já estaremos melhor preparadas para a próxima. Ainda não tivemos tempo de conversar a respeito, mas pelo feedback positivo acredito muito que no ano que vem tem mais. Se isso acontecer, vamos tentar fazer acontecer em cada canto do Brasil. Recebemos muitas mensagens da galera se dispondo a organizar essa sessão na sua cidade. E isso é incrível.

O que espera de diferente para as skatistas com toda essa mobilização inédita?

Espero que elas (meninas) botem a mão na massa, organizem seus próprios eventos, comecem a produzir fotos e vídeos, apoiem suas crews locais. Depois do Divas Sessions Day tenho a plena certeza que para o skate feminino nada é impossível, só basta querermos. Juntas vamos muito mais longe.

Quando sairá o próximo vídeo do Divas Skateras?


Sem previsão, mas já podemos começar a pensar sobre!

Considerações finais?

Quero agradecer cada ser que somou para que esse evento fosse possível. Primeiramente as meninas pela confiança que depositam em mim, pois abraçaram a ideia sem pensarem duas vezes. Aos amigos (do skate ou não) que sempre estão dispostos ajudar no que for preciso. Aos patrocinadores/apoiadores por investirem em nossos sonhos. À cobertura/divulgação por registrar e difundir essa história que estamos fazendo juntos, movimentando um país para andar de skate e ajudar o próximo. Me orgulho muito por viver na mesma época que vocês!

Veja fotos do Divas Session Day em algumas das cidades por quais o evento passou, abaixo:

Divas Session Day

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Um dia de festa para o Inabalável Lehi Leite


Por Texto e fotos: Grací Santiago
Baile de skatistaS para skatistaS, todos envolvidos na festa são do carrinho, desde o produtor, dj’s da cena local, e claro, o dono da festa, Lehi Leite. Foi assim o Baile Inabalável, comemoração da festa/premiere/exposição na sua cidade natal, Brasília (DF), perto dos seus amigos e família, na sexta-feira, dia 29 de setembro.

O lançamento da sua nova coleção de shape pela Kronik, e de tênis e roupas pela Hocks, o evento contou também com um best trick no setor bancario feito pelo Lehi. Cada acerto de manobra no obstáculo da vez, levava um premio. 

Na sequência rolou uma exposição um pouco antes do Baile, numa casa de festa, no canteiro central, localizado próximo ao setor bancário sul, um dos locais mais tradicionais do skate na cidade, quase que uma segunda casa do Lehi.

Esta é uma fase ótima para o skatista que é reconhecido nacionalmente e internacionalmente. Carrega carisma por onde passa, além de sempre estar evoluindo como pessoa e como skatista.

O baile, de noite, contou com presença também da rapper Americana A.M Strings, que soltou a voz e toda sua simpatia, além dos Dj’s Bola, Chickin, LM, Dollar e ENDER, que nao deixaram ninguem parado. Teve também sorteios de brindes e muita vibe boa!

Abaixo você confere uma pequena entrevista com Lehi, contanto sobre sua experiência, e que venham mais como essas para Brasília.

Qual a sensação de fazer uma exposição em sua cidade, dos produtos de uma das marcas que te patrocina, levando seu nome e perto da família e amigos?
É uma satisfação muito grande poder fazer um evento como esse, o Baile Inabalável não aconteceria sem a ajuda de muitas pessoas como Francisco Pessanha, Roberto Pessanha (Dj Bola) e Felipe Camargo, essas foram as pessoas responsáveis por organizar o Baile, então quero agradecer a oportunidade de poder contribuir com a cena do skate na minha cidade.

Você disse que não tinha visto seus models novos de shape da Kronik, que foi uma surpresa na expo! Explique!
Eu passei pra profissional esse ano e foi tudo muito rápido, primeiro ano como profissional e já tenho a oportunidade de ter um shape assinado, então foi uma grande surpresa ter meu primeiro shape assinado em uma série Play-Off que a Kronik lançou começo do ano e dando continuidade, veio mais uma surpresa no dia do Baile. A Kronik me presenteou com mais essa surpresa, 3 shapes novos e um exclusivo só meu, Lehi Leite, com arte inspirada na minha cidade, pode se dizer que foi uma das melhores surpresas!

Sobre ser um skatista agora profissional e, respeitado na sua cidade principalmente, como se sente?
Me sinto privilegiado com tudo que tem acontecido e acho que ser respeitado na minha cidade é fruto de uma correria longa que acredito estar indo para um novo começo, agora como skatista profissional tenho que buscar valorizar a cena da minha cidade , aonde tenho várias inspirações de vida e no skate!

O que esse Baile/ Première significou pra vc?
O baile inabalável foi criado para valorizar a cena do skate local, uma forma de confraternizar com os amigos e mostrar meus novos projetos como profissional. Hoje tenho peças assinadas pela Hocks, Kronik e tivemos a ideia de fazer um evento pra galera de Brasília que sempre me apoiou e estão sempre juntos nas minhas conquistas.

Algum recado pra galera?
Seja inabalável e não deixe os obstáculos da vida te abalarem, siga sempre em frente com a cabeça erguida e valorize as coisas boas, família, amigos e tudo aquilo que você acredita. Muita luz, energia positiva para todos!

Para curtir as fotos do evento, Clique Aqui!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Lehi Leite lança promodels em Brasília

 

Na última sexta-feira de Setembro (dia 29) ficou marcada em Brasília com o lançamento dos promodels de shape e de tênis do skatista Lehi Leite.


As marcas Kronik e Hocks se uniram e fizeram um laçamento à altura do novo profissional, que a anos vem representando Brasília com um skate de alto nível.




A festa começou no Setor Bancário e ,com uma boa premiação em mãos, o próprio Lehi premiou as manobras de maior técnica ou impacto. Os skatistas que

acertavam uma boa manobra ganhavam na hora um prêmio.


Após a sessão de skate, a galera se reuniu no Canteiro Central, que é um bar no setor comercial Sul de Brasília, para uma exposição de fotos e o lançamento dos produtos.

A festa contou com Djs da cena local e também a atração internacional A.M.Strings, que cantou um rap diretamente dos Estados Unidos.


Confira todas as fotos de Paulo Tavares! acesse: triboskate