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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Divas Skateras e Amee Skate Arte: Concurso “3 Tricks”


No ano de 2011, as Divas Skateras lançavam seu primeiro concurso de vídeos de skate com garotas. Desde então, aconteceram muitos outros com o intuito de incentivar elas a filmarem mais e movimentar a cena do skate feminino brasileiro cada vez mais.

Agora, em 2020, juntamente com a Amee Skate Arte ( marca fundada pela skatista Tat Marques), realizam mais um concurso, desta vez o “3 tricks” para premiar com um kit a melhor sequência de 3 manobras.

Leia o regulamento abaixo:

3 tricks | Promoção Amee Skate Arte + Divas Skateras ⁣
Como funciona:⁣
Somente mulheres poderão participar. A skatista precisa mandar uma linha com 3 manobras na sequência. Curta @ameeskate e @divaskateras, publique o seu vídeo até o dia 10/03/2020 (terça), marcando os dois perfis + a hashtag #3tricksameedivas. ⁣ Depois, é só torcer!⁣
Qual será a premiação:⁣
A linha que se destacar entre as demais irá receber em casa um kit da Amee Skate Arte (contendo 1 camiseta, 1 boné, 1 shoulder bag e 1 shape c/ lixa).⁣
Quem irá julgar:⁣
Equipe da Amee e Divas, e a skatista Marta Linaldi @mrlinaldi. As 6 melhores vão para votação pública pelo insta do Divas Skateras no dia 11/03/2020. O resultado do vídeo mais curtido sairá no dia 16/03/2020.⁣
Check & Play:


terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Trocando Ideia! | Garotas; às ruas com vossos skates!

 

Recentemente, Nayara Sampaio (skatista de São José dos Campos (SP) soltou esse vídeo na web (abaixo), e o que mais me chamou atenção foi por ele ter sido gravado totalmente na rua. Ela e mais um grupo de amigas saíram para explorar os picos da cidade do interior paulista. Iniciativa louvável já que é mais comum vermos as minas se jogando nas skate parks. Clique aqui, para curtir o vídeo no Facebook.

Trocamos algumas mensagens, e ela me explicou:

“Eu gosto muito de audiovisual e sempre me encantei com as vídeo partes gravadas em picos de rua, por mais que a maioria do conteúdo de skate feminino que consumo é feito em pistas. Semana passada fiz um curso de fotografia para skate da Federação Paulista de Skate e esse foi o start para começar a gravar. Chamei minhas parceiras do skate e começamos a procurar os picos! E nós adoramos essa experiência! Superar os desafios e as dificuldades que a rua traz foi uma sensação impagável, torna o skate ainda mais emocionante. Com certeza vou continuar fazendo esse tipo de conteúdo.”

Sendo assim, garotas, aproveitem que o final de semana está chegando, peguem seus skates, preparem as câmeras ou chamem os amigxs fotógrafxs e/ou videomakers para produzirem material nas ruas. Não importa se você é iniciante ou não, o rolê na rua tem muita vivência a proporcionar. 
 

Documentário de skate ganha um Oscar

“Learning To Skateboard In A Warzone (If You’re A Girl)”, em português literal Aprendendo a andar de skate em uma zona de guerra (se você é uma garota), ganhou a estatueta do Oscar na categoria Documentário curta-metragem.

O filme de 40 minutos dirigido pela norte-americana Carol Dysinger mostrando o projeto social Skateistan do australiano Oliver Percovich no Afeganistão foi aclamado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood na noite do último domingo.
Ao receber o Oscar, a diretora Carol Dysinger discursou tremendo: “Eu trabalho no Afeganistão desde 2005 e este filme é a minha carta de amor às corajosas meninas daquele país. Para chegar de Cabul até aqui, foi preciso não desistir e ter o trabalho de muitas professoras, o tipo de professora que tento ser na NYU Film Academy, o tipo de professora do Skateistan. Elas ensinam às garotas coragem, a levantar a mão e dizer ‘Eu estou aqui, eu tenho algo a dizer e eu vou andar naquela rampa. Não tente me impedir’”.



Nos últimos anos o skate esteve presente de forma muito bem representativa no Oscar.

Em 2014 Spike Jonze ganhou a estatueta de melhor roteiro original pelo filme “Ela”, em 2015 “O Menino e o Mundo“, do skatista paulista Alê Abreu, concorreu como melhor animação e em 2018 o documentário longa-metragem “Minding the Gap“, do Bing Liu, foi um dos finalistas.

A cerimônia do Oscar 2020 acontecerá no dia 9 de fevereiro.

No dia 13 de janeiro de 2020 será anunciada a lista final com todas as categorias e finalistas, e além do “Learning To Skateboard In A Warzone (If You’re A Girl)”, “The Last Black Man in San Francisco” pode surgir em alguma(s) categoria(s). 
 
 


‘Learning To Skate In A War Zone (If You’re A Girl)’ segue uma turma de meninas do Skateistan, uma Ong que começou como uma escola de skate em Cabul em 2007 e cresceu em uma iniciativa educacional multinacional. O Skateistan se concentra no recrutamento de meninas de bairros pobres, não apenas para ensiná-las a andar de skate, mas também para ajudá-las a obter coragem e habilidades para a vida que transcenderão o skate e a sala de aula para ajudá-las a prosperar e se adaptar aos desafios que estão por vir. Ao longo do ano letivo, as meninas crescem e se tornam empoderadas pela alegria do skate e pelo calor e inspiração das mulheres que as ensinam.

No Afeganistão, muitas meninas jovens não podem participar de esportes. Normas culturais e religiosas, juntamente com outros fatores, como preocupações com segurança e anos de guerra, resultaram em limitadas oportunidades atléticas e recreativas para mulheres e meninas, especialmente aquelas que vêm de bairros pobres. Mas há uma nova geração de meninas afegãs que acreditam que podem fazer qualquer coisa.

O filme segue uma turma de garotas do Skateistan, uma organização sem fins lucrativos que começou como uma escola de skate em Cabul em 2007 e se transformou em uma iniciativa educacional multinacional. O Skateistan se concentra no recrutamento de meninas de bairros pobres, não apenas para ensiná-las a andar de skate, mas também para ajudar a educá-las para que possam ingressar – ou retornar ao – sistema público de escolas. Ao longo do ano letivo, as meninas crescem e se tornam empoderadas pela alegria do skate e pelo calor e inspiração das mulheres que as ensinam.

Para as meninas de nosso filme, a chance de andar de skate apresenta uma experiência única – competir, jogar, aprender seus pontos fortes e ganhar coragem, habilidades para a vida que transcenderão o skate e a sala de aula para ajudar as meninas a se adaptarem e prosperarem com o esporte. Oportunidades de mudança recentemente disponíveis para eles.

‘Aprendendo a andar de skate em uma zona de guerra (se você é uma garota)’ teve sua estreia mundial no Tribeca Film Festival de 2019, onde ganhou o júri de Melhor Curta-Metragem de Documentário.
Fonte: skataholic

[BAÚ] Dress Sesh


[BAÚ] As divas de Brasília-DF fizeram uma sessão descontraída usando vestido, sempre quiseram algumas imagens do tipo, após verem o vídeo "Skate in a Dress?" da americana Christina Smith, se reuniram e o resultado com Jennifer Cardoso, Jéssica Estefani, Priscila Andrade, Elizandra Reis, Suelen Mayna, Leticia Mariane, Fábia Rafaela, Alice Brandão e Crisliane Vasconcelos, você pode conferir agora mesmo! Since 2015. Check & Play:


Fonte: divaskateras

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

[BAÚ] Um Dia de Missy: Jéssica Estefani


[BAÚ] Confira Um Dia de Missy com a skatista Jéssica Estefani. A skatista de Brasília já morou em diversos lugares diferentes, faz yoga e capoeira, teatro, ... Ufa, não pára! Além disso tudo ela está filmando para o vídeo de skate feminino Divas Skateras. Saiba tudo nesta entrevista. Since 2014. Check & Play:



Fonte: QixTV

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Trocando Ideia! | O skate brasileiro e o dever de investir ainda mais nas garotas

 
Skateism é uma revista fundada no ano de 2013, na cidade de Atenas, capital da Grécia, focada na diversidade do skate. Em conjunto com a Nike SB, levaram parte da equipe feminina europeia para uma viagem pela Grécia. Rianne Evans, Sarah Meurle, Cata Diaz e Agata Halikoswka renderam esse vídeo chamado: Afrodite.

Vejo que grandes marcas deveriam investir não somente nos campeonatos, mas também nas tours como esta, proporcionar às garotas experiências únicas de andar em novos picos, fazer novas amizades e de quebra, se for em outro país, conhecer outro idioma, outra cultura, etc. Essa vivência será carregada em sua “bagagem” por todo sempre.



Vale a pena ressaltar que sempre consumimos produtos dos caras, pois antes não havia marcas destinadas ao skate feminino. Hoje, cada vez mais as skatistas e simpatizantes do movimento estão fazendo compras conscientes, fortalecendo quem nos fortalece.


Elas também estão no corre frenético e sabemos o quanto é difícil conseguirem dinheiro para viajar pelo Brasil, e todas as vezes que conseguem fazer isso juntas para render algum tipo de material, como no caso do “We Can Do It”, é tirando dinheiro do próprio bolso, e contando com a força dxs amigxs, seja na hospedagem, na filmagem, na edição…

Com suporte, as skatistas terão mais oportunidades, e consequentemente veremos skate feminino brasileiro dos bons sempre repercutindo pelo mundo.

Lembrem-se: mais do que investir em projetos, vocês estarão fomentando sonhos!

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião da SUG CREW.
Divas SkaterasMulheres no Skateskate feminino

Estefânia Lima
Fundadora do Divas Skateras e colaboradora da CemporcentoSKATE

Fonte: cemporcentoskate

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Aline Dantas leva o Skate para crianças especiais em Vitória (ES)


Graduanda em Educação Física, Aline Dantas é skatista e campeã do Street Master de 2019. Além das competições, ela executa um trabalho admirável em Vitória (ES), sua cidade natal.

Ela vem dando aulas de skate para crianças especiais, em uma das inúmeras mostras de que Skate realmente é para todos, independente de suas dificuldades e/ou limitações.

Aproveitei e conversei com ela para saber mais sobre o projeto. Leia o bate-papo logo abaixo:

Como e quando teve o insight de desenvolver esse projeto?

A muitos anos atrás eu já sonhava em trabalhar com esse público, porém tive primeiro a oportunidade de trabalhar em um projeto social, onde tive uma experiência com uma aluna que chegou com um tipo de deficiência física, foi um desafio para mim ensinar ela andar de skate e uma superação para ela que nunca tinha vivenciado a pratica do skate. De lá para cá a vontade de ver a galera andando só foi aumentando dentro de mim, sempre acreditei que todos pudessem andar de skate, independente das suas limitações. Só que eu não tinha ideia de como iria fazer isso, comecei a querer levar o skate para lugares que atende esse público. Percebi que alguns lugares ficavam com pouco de receio pois acham o skate perigoso. Só que quando se tem um desejo de fazer algo que irá beneficiar outras pessoas, as coisas fluem de maneira extraordinária.

Onde o projeto funciona?
Fui convidada por uma professora a dar uma aula para os alunos das APAE do município que moro, Vitória – ES. Foi uma experiência sensacional, tive feedback maravilhoso, pois a galera formou fila para andar de skate. Daí pensei, é possível! E foi, hoje atuo com aulas particulares para um público específico: crianças com paralisia cerebral, e que tem tido um resultado fantástico com skate. E paralelo a isso tudo, desenvolvo um projeto em uma escola estadual que é 0800, só para alunos com uma turma de alunos autistas, paralisia cerebral e surdo.



Seu projeto auxilia crianças, jovens e adultos especiais. A prática estimula em quê?
A pratica do skate para esse público para além da inclusão ao esporte, trabalha vários quesitos, como concentração, interação, confiança, auto estima, além do fortalecimento muscular e estímulos motores e novas possibilidades.

Qual é a importância da existência de projetos como esse no skate?
O skate é uma ferramenta extraordinária de transformação, enquanto skatista meu maior desejo é continuar levando o skate para todas as pessoas que não tem acesso, porque eu não carrego só um pedaço de madeira com 4 rodinhas, carrego o amor e a esperança.
Quais são suas metas para 2020?
Concluir a faculdade, fazer um intercâmbio com projetos que trabalham com esse público, aplicar o projeto em outras escolas e ajudar a galera que tem o desejo de implementar projetos com skate. Casar e ter filhos pode entrar também? (risos).


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Estefânia Lima

Fundadora do Divas Skateras e colaboradora da CemporcentoSKATE
 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

SKATE FEMININO GANHA FORÇA NO GAMA/DF


É a vez delas nas manobras

Mulheres skatistas da região sul do DF resistem ao preconceito e ocupam pistas
Com skate na mão, elas estão nas ruas, rampas e bowls. Fazem manobras, pulam obstáculos e disputam competições. Assim, mulheres ocupam espaços tradicionalmente masculinos e provam que talento para práticas esportivas independe de gênero.

Esse movimento do skate feminino se fortalece em todo o País e chega também a cidades como o Gama e Santa Maria, na região sul do Distrito Federal. Aqui, crianças e jovens encaram preconceitos e se jogam na vida sobre quatro rodas.
Para algumas, a paixão pelo skate começou logo cedo. Aos 6 anos, Kimberly Darphyne Gomes, de 13 anos, começou a se interessar pela prática. Arriscou algumas manobras, mas logo depois parou de andar. Foi, então, aos 11 anos que decidiu se dedicar e ir para as pistas.

“Eu admirava meu irmão andando de skate e achava muito massa. Ele montou um para mim e eu comecei andar. Vou todo dia, gosto de aprender novas manobras, gosto do ambiente. O skate para mim é tudo”, diz a skatista.

Na Santa Maria, Kimberly é a única menina da pista de skate. Ela conta que sofreu discriminação assim que começou, mas agora tem o apoio dos outros skatistas. E, quando planeja o futuro, é sempre com a prancha do lado e o tênis no pé. “Me vejo andando de skate, participando de campeonatos fora do Brasil, morando em outro lugar”.

Nem sempre, o primeiro contato com skate desperta um amor inabalável. Às vezes, as marcas podem ser de machucados mesmo. É o caso de Brenda Fernanda Duarte, 17 anos. “No dia que eu comprei o skate eu levei uma queda e nunca mais quis andar. Aí depois de um ano comecei a vir para pista e aí foi muito legal. Primeira vez que eu desci daquela rampa ali eu me senti muito skatista”, lembra Brenda.

Hoje, a jovem usa o skate como meio de transporte para ir à escola e todos os dias está na pista de skate do Gama. “Toda vez que eu estou triste, venho andar de skate e aí fico feliz. Se eu estou com raiva, venho andar de skate e fico feliz. Se eu estou feliz, venho andar de skate e fico mais feliz”.

Machismo ainda é obstáculo
Um dos principais obstáculos enfrentados por mulheres está fora das pistas de skate é o machismo. Foi esse um dos motivos que fez com que a estudante de jornalismo Stéfany Silva, 26 anos, desistisse, por um tempo, de praticar o esporte.
“Eu queria andar de skate, mas os meninos ficavam zoando. Diziam que não era coisa de mulher e isso me desestimulou. Depois, eu vi uma menina andando e aí pensei não vou ligar para o preconceito e vou andar também”, conta.
Há cinco anos, ela então começou a andar por hobby, mas hoje já encara com mais seriedade o esporte. “Eu andava para subir no skate. Era uma fuga, era para aliviar do trabalho, da faculdade, das obrigações de casa. Era para ter um refúgio. Para mim o skate era isso, subir em cima e sentir a sensação de liberdade. Hoje já tenho mais compromisso porque comecei a participar de campeonato e vejo que tenho que evoluir”.

A presença de mulheres em competições cresce, mas mesmo nesses espaços não há plena inclusão. Elas precisam lidar com o preconceito. As premiações, por exemplos, para o skate feminino costumam ser inferiores aos valores que os homens recebem. Além disso, as skatistas se queixam que não recebem apoio de empresas.

“A gente gasta muito com tênis, shape, roupa, roda, rolamento. Além disso, precisamos ter dinheiro para ir a campeonatos, para ir andar na pista e hoje não temos esse incentivo para as mulheres. A gente precisa muito disso. Qualquer ajuda é válida”, diz Stéfany.

O desejo de Stefany, Kimberly, Brenda e outras tantas skatistas é que de fato haja respeito e igualdade. Só assim, o esporte no País ficará ainda mais fortalecido e democrático.
No ano que vem, em março, o Gama sediará um campeonato de skate voltado exclusivamente ao público feminino. A competição acontece durante o evento Skate Sound Park e as informações serão divulgadas em breve.
 
Por: Larissa Mantovan
Fotografia: Clesio Barros
Fonte: Gama eu vivo aqui

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

[BAÚ] ELIZANDRA REIS - OVERALL SKATEBOARDS


Abrindo o báu em grande estilo e muito skate feminino. Para constar Elizandra Reis "Danda", sem palavras representa demais, máximo respeito e admiração, since 2011. Sem mais delongas. Check & Play:



segunda-feira, 18 de novembro de 2019

[BAÚ] Role das Minas - Skate Feminino DF


[BAÚ] Diversão e muitas Tricks no Role das Minas Muita diversão no primeiro role das minas do DF. Várias imagens editadas de maneira bem simples para que você possa curtir junto com elas esses momentos e já fica o convite para os próximos. Check & Play:
 

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Marina Gabriela no The Berrics


Vários brasileiros já estrelaram a série Banging!, do The Berrics. Agora é a vez da skatista de Jaguariúna mostrar o que sabe fazer num dos skateparks mais famosos do mundo. Check & Play:



Fonte: triboskate

Quem é o skatista favorito da Leticia Bufoni?


Essa foi a pergunta que os caras da Transworld Skateboarding perguntaram para Letícia Bufoni.

A resposta da brasileira? Andrew Reynolds. Check & Play:


Fonte: triboskate

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

[BAÚ] Skate Feminino Brasília | Caffeina X PowerBull - Part



Por George Caffeína, do blog Caffeinashop.
A Caffeína tem o orgulho de apresentar as minas do skate feminino do DF! Não são todas que estão aqui, mas temos certeza que foram bem representadas. Esse é mais um video part da série Caffeína x Power Bull. Check & Play:

 

Fizemos um convite e elas toparam participar desse vídeo emocionante com o patrocínio da Power Bull. A história do skate é criada todos os dias por todos nós em cada role, campeonato, foto, vídeo. Essas minas entendem muito bem disso e fizeram história nesse vídeo e a Caffeína foi na rabeira.


O skate não é só para homens e as minas do DF tem mostrado isso em cada role. Só temos que agradecer tanta beleza e habilidade nessa capital. Valeu minas, vocês fazem toda a diferença no skate.
 O role foi até mais tarde com a energia do Power Bull Energy Drink 

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Garotas de Maringá e Sarandi lançam vídeo parte


locais das cidades paranaenses de Maringá e Sarandi, as skatistas Carina Fujii, Joice Soares e Munah Farhat acabam de lançar uma vídeo parte tripla com manobras ao som de Susy B.O (ELAHS Crew). Check & Play:



Abaixo, relembre a vídeo parte de Carina Fujii lançado há algum tempo na seção Skate Brasileiro na Net em nosso canal no Youtube. Check & Play:



Fonte: cemporcentoskate.com.br

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Divas Sessions Day

Resultado de imagem para Divas Sessions Day brasília
 
Texto: Renata Oliveira / Fotos: Dennes Ferreira,
O evento idealizado por Estefânia Lima, fundadora do Divas Skateras, aconteceu simultaneamente em 14 estados do Brasil. Algo inédito no mundo.

“Foi um sonho realizado, minha vontade sempre foi juntar as meninas em uma sessão, mas como a distância geográfica não nos favorece, rs! Formei um grupo e pouco a pouco as meninas foram dando ideias e mais ideias e o que era pra ser uma sessãozinha, acabou virando esse evento com o apoio de 100 marcas. Para muitas meninas foi a primeira experiência com organização de evento, agora elas pensam em movimentar mais a cena.”

Além de impulsionar as meninas a continuarem andando e se unindo cada vez mais, o Divas Sessions também abraçou várias causas sociais.

“Se depender de mim, todos os eventos do Divas apoiará uma causa”

Esse rolezão mostrou que o skate feminino continua mais vivo do que nunca. E que as meninas querem sim, devem e vão ocupar o espaço que também é nosso. Confira essa entrevista na íntegra.


Como que surgiu essa ideia de uma sessão simultânea?

Estefânia: Desde que o Divas surgiu em meados de 2006 meu sonho era juntar todas as meninas numa sessão, como isso não era possível devido a distancia geográfica, as meninas me enviaram fotos andando e eu fiz o primeiro dvd do Divas. Depois de 13 anos a gente fez um movimento desse, todas as dificuldades, de ter mantido o projeto vivo, todo o meu tempo dedicado, de todo o tempo de todas as meninas que colaboraram, porque se não fosse por cada uma delas o Divas Skateras não seria o que é hoje. Eu não imaginava tudo isso, o tanto de coisas boas e de amizades que eu fiz.

Quais as maiores dificuldades vocês encontraram?

Estefânia: Eu lancei a ideia paras as meninas em Fevereiro desse ano, logo após eu viajei, estava fora do país, então nos falávamos às vezes. Quando eu retornei faltavam menos dois meses a data que a gente tinha estipulado, foi aí que comecei a dar uma motivada nelas, a botar quente e aí que a gente foi mexendo, cada uma correndo atrás no seu estado pra fazer acontecer e muitas meninas nunca tinham organizado evento, mas tinham disposição e muitas delas vieram me agradecer pela oportunidade, porque elas estavam aprendendo a lidar com pessoas, com imprevistos, coisas que ela não estariam vivendo se não tivessem abraçado essa ideia. Para mim em particular, o mais difícil foi dar um suporte pra elas, sabe? Porque a gente já criou um vinculo, elas confiam muito em mim e elas sempre pediam minha opinião se fossem fazer alguma coisa e eu dar conta de dar a atenção merecida, foi foda. O que eu achei o mais massa foi que elas não se limitaram, elas foram pensando grande e me surpreenderam muito.

Desde o início foi idealizado que o evento apoiaria causas sociais ou surgiu ao longo do projeto?

Estefânia: Eu sou bem sensível a causas sociais e eu pensava muito em como eu poderia agregar isso, usar o skate pra ajudar o próximo e me veio isso na ideia do Divas Session que já aconteceu algumas vezes aqui em Cuiabá, uma vez no RJ e uma vez em Brasília, se chamava Divas Sessions beneficente. Então eu pensei por que não cada estado apoiar uma causa? Então a gente tá fazendo uma grande corrente do bem e se depender de mim, todos os eventos do Divas serão em prol de alguma causa.

Qual era a sua expectativa em termo de visibilidade pro skate feminino e principalmente o amador?

Estefânia: Sobre a visibilidade, eu acho que não esteja sendo só pro iniciante, amador ou profissional, está sendo pro skate feminino. É tudo skate. Eu também tô sempre acompanhando nas redes sociais a repercussão que está tendo então eu estou vendo muitas associações, federações, muitas skate shops, muitos perfis pessoais dos caras compartilhando, então tudo isso faz parte para que o evento seja um sucesso. Tudo isso que tá acontecendo uma união gigante, a gente uniu mais de 100 marcas, juntando todas que apoiaram em cada estado.

Qual foi o saldo geral do evento, foi além da expectativa de público, de incentivo mesmo pras meninas? Na real é uma motivação para continuarem andando e agora com a possibilidade delas organizarem os seus próprios eventos porque normalmente o skate feminino fica muito a mercê dos eventos masculinos, de ter uma categoria feminina (quando tem).

Estefânia: Então, quando eu dei ideia pras meninas foi só uma sessãozinha básica ali, se reunir. Mas aí a gente conversou ali no grupo, elas foram lançando ideias e já foi tomando uma proporção maior, o que é o máximo. Sobre o que o Divas Sessions deixou pra elas, assim, muitas nunca tinham organizado um evento e elas não sabiam dessa capacidade delas então elas já disseram que se animaram pra movimentar mais a cena, organizar mais eventos. Isso é bom que despertou essa gana de não deixar morrer o skate feminino. Também tem aquela questão da valorização da premiação que não é migalha nenhuma, igual acontece muitas vezes ainda e infelizmente quando é campeonato organizado pelos caras e outra coisas conversando com elas, todo mundo saiu ganhando alguma coisinha, isso é legal.

Pra finalizar, aquele velho saaalvê!

Estefânia: Primeiramente para todas organizadoras que abraçaram a ideia sem pensar duas vezes. Aos apoiadores, patrocinadores, as mídias todas, as nacionais e locais, como é o caso da Central e amigos né, porque sem eles aqui em Cuiabá não teria acontecido, eu sempre tive o apoio deles e dessa vez não foi diferente e eu sou muito grata. Agradecer as meninas de Londrina e Porto – Portugal, que mesmo não tendo evento na cidade delas, foram lá e se reuniram para comemorar esse dia. A todos que diretamente ou indiretamente ajudaram, foram muitas energias nesse evento!


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Renata Oliveli



segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Se liga como foi a DIVAS SESSION DAY pelo Brasil


Sessão simultânea feminina de skate, que aconteceu em 14 estados brasileiros, algo marcante na história para as novas skatistas do Brasil.

Texto e entrevista: Graci Santiago
O intuito do Divas Session Day é incentivar cada vez mais o skate feminino, principalmente nas cidades mais distantes do eixo sul/sudeste, e claro, manter a diversão e união entre elas, além de ajudar instituições de caridade com doações.

Cada cidade contou com organizadoras, meninas que fomentam o skate feminino da sua região. Com muito entusiasmo, foram localmente atrás de patrocínios e apoio para que o tão esperado evento acontecesse.

Essa edição (que seja a primeira de muitas), já é um grande passo para mais união, mais respeito e mais visibilidade ao skate feminino no Brasil. O Divas Session Day, veio para ficar!

Agora fique abaixo com a entrevista realizada com a idealizadora do projeto, Estefânia Lima.

Quando e por que surgiu essa ideia do Divas Session Day?


Criei o Divas em 2006, numa época que era só eu de menina andando de skate em Cuiabá(MT), com a intenção de unir as meninas, independentemente da distância. Quando lancei, no mesmo ano, um vídeo com meninas de diversos lugares do país, a ideia era de andarmos de skate juntas, apesar dos km que nos separavam. O Divas Sessions Day não foi diferente, marcamos uma sessão simultânea, e deu super certo!

Quando fez o grupo para conversar com as meninas de cada estado, o que passou pela sua mente sobre algo que parecia ser tão “impossível” de abraçar?


Primeiro eu conversei com algumas meninas pra saber o que achavam, e foi tipo: “Pô, Fânia, essa ideia é meio doida, né? Vamos fazer!”. Depois criei o grupo, fui adicionando meninas responsáveis por cada estado e tudo fluiu. Parecia ser impossível, pois cada menina tem suas obrigações (faculdade, trabalho, etc.) O que eu estava pedindo era o tempo e a energia delas, que elas poderiam estar gastando de outra forma. Mas foram lá e executaram com excelência.

Você pretende continuar esse projeto?

Tivemos uma experiência e tanto com essa primeira edição, já estaremos melhor preparadas para a próxima. Ainda não tivemos tempo de conversar a respeito, mas pelo feedback positivo acredito muito que no ano que vem tem mais. Se isso acontecer, vamos tentar fazer acontecer em cada canto do Brasil. Recebemos muitas mensagens da galera se dispondo a organizar essa sessão na sua cidade. E isso é incrível.

O que espera de diferente para as skatistas com toda essa mobilização inédita?

Espero que elas (meninas) botem a mão na massa, organizem seus próprios eventos, comecem a produzir fotos e vídeos, apoiem suas crews locais. Depois do Divas Sessions Day tenho a plena certeza que para o skate feminino nada é impossível, só basta querermos. Juntas vamos muito mais longe.

Quando sairá o próximo vídeo do Divas Skateras?


Sem previsão, mas já podemos começar a pensar sobre!

Considerações finais?

Quero agradecer cada ser que somou para que esse evento fosse possível. Primeiramente as meninas pela confiança que depositam em mim, pois abraçaram a ideia sem pensarem duas vezes. Aos amigos (do skate ou não) que sempre estão dispostos ajudar no que for preciso. Aos patrocinadores/apoiadores por investirem em nossos sonhos. À cobertura/divulgação por registrar e difundir essa história que estamos fazendo juntos, movimentando um país para andar de skate e ajudar o próximo. Me orgulho muito por viver na mesma época que vocês!

Veja fotos do Divas Session Day em algumas das cidades por quais o evento passou, abaixo:

Divas Session Day

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Malware


Morando em Barcelona desde 2016, Ligiane Xuxa passou a ser mais conhecida como Xushine e segue trilhando um caminho irriquieto e criativo dentro e fora do skate, algo bem característico desde que vivia em São Paulo, nos bons tempos de localidade absoluta na skatepark da Espra.

Um projeto de vídeo pessoal se transformou num clip do DJ francês Frederick Pearman, artisticamente conhecido como Ghost Dance. Junto com Xuxa estão Richie Jackson e o eterno parceiro Jr. Pig. Outro francês, Monsieur Mitri, filmou e editou o vídeo. Check & Play:



A música se chama “Malware” e faz parte do album “The Mind Can Be Solved”, lançado em maio desse ano.

Ouça ou baixe clicando aqui
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Douglas Prieto

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

CemporcentoSKATE | Entrevista: Rayssa Leal

Rayssa Leal vêm rompendo diversas barreiras no skate, mesmo com seus tenros 11 anos de idade. Boas colocações em campeonatos nacionais de visibilidade, convocação para a Seleção Brasileira de Skate e, agora, a recente conquista de uma etapa da Street League Skateboarding, além de um bom ranqueamento para as Olimpíadas de 2020, fazem dela mais do que uma mera promessa.


Sim, a maranhense de Imperatriz já é uma realidade, independente de qualquer coisa. Em 2016, numa visita à redação acompanhada pelo Luiz (Stronger), mostrou a todos que era mais do que uma garota com fantasia que acertava heelflips. Além de batizar a escada de nosso qg com um flip sem aquecer, nos apresentou uma mini parte que figurou como Colação em nosso canal no Youtube.

Em meio aos atuais compromissos (agora ela está em Minneapolis para o X Games), por intermédio de sua mãe, Lilian, trazemos um bate-papo com Rayssa Leal sobre o atual momento e os projetos futuros.
 
Rayssa em Londres
 
Entrevista

Como é vencer uma etapa da SLS depois de “bater na trave” em Londres com o terceiro lugar. Você é a skatista mais jovem a vencer uma etapa de um mundial de skate.

– Foi incrível, eu tentei ficar calma, me diverti com as meninas, e dei meu melhor na pista. Ainda não estou acreditando, eu sonhei um dia somente participar da SLS, hoje sou campeã de uma das etapas, ainda não “caiu a ficha”.

Você continua morando com sua família em Imperatriz (MA)?

– Sim, ainda estou morando lá, mas estamos planejando nos mudar ano que vem.

Para onde vocês pensam em ir?
– Tem uma grande chance de morarmos em São Paulo.

E os estudos, como estão? Consegue conciliar com as viagens? Está estudando o idioma inglês?
– Estou no sexto ano. Estamos conseguindo, mas é bastante puxado, pois quando volto de viagem tenho que estudar nos dois períodos, manhã e tarde, pra recuperar o estudo atrasado. Mas graças a Deus tenho uma escola parceira que me ajuda muito. O inglês eu tava estudando em uma escola, mas como o tempo tá bem corrido vou começar ter que ter aulas particulares.

Relembre o Colação de Rayssa, abaixo:



Você tem patrocínios como a Stronger (de longa data) e a Nike. Durante esse tempo você tem recebido novas propostas?
– A Stronger Trucks foi a primeira marca de skate que acreditou em mim! Eu já recebi várias propostas, mas não quero dar adeus à eles. Foram eles que me ajudaram no comecinho quando ninguém ainda acreditava em mim. A Nike, eu sempre sonhei entrar na marca, era a empresa de tênis que eu queria patrocínio. Já estou há 2 anos com eles. Depois que comecei correr a SLS vieram muitas propostas de patrocinadores, mas quem cuida disso são meus pais (Haroldo e Lilian).

Em 2016 você esteve em SP e passou aqui na redação. Sua geração é da tecnologia, presente em quase tudo. Como você se sente quando vê fotos e um pôster seu na revista?
-Eu fiquei muito feliz quando vi que aquele flip na escada virou pôster (edição #212). Eu não sabia. Foi uma surpresa! Quando eu comecei a entender mais sobre skate, era uma das coisas que eu queria ter: uma foto minha na Revista CemporcentoSKATE. Uma vez eu ganhei uma edição em um campeonato, ai eu olhava todas as fotos, as manobras da galera, e o nome dos skatistas que saiam.


Você já está bem na classificação para Tóquio-2020. Quais os próximos passos e objetivos? Pensa em uma vídeo parte?
– No momento eu quero me manter nas primeiras colocações do ranking olímpico. Depois que passar essa correria de campeonatos e Olimpíadas, eu quero gravar uma vídeo parte.


Você tem se destacado bastante em competições com seu skate. Porém, recentemente, você participou da Tour 58SP, da Nike. Como é, e o que você pensa sobre andar de skate de rua?
– Quando eu comecei andar de skate na minha cidade tinha muito skatista, era sagrado todo domingo fazer street. Todas nossas sessões de street acabavam na calçada que eu dei o heelflip (fantasiada de Fada e compartilhado por Tony Hawk), mas com o tempo a galera foi parando. Eu fiquei praticamente andando de skate sozinha. Na tour (Nike SB 58SP TOUR) eu pude andar com a galera toda da marca na rua, com o Luan… foram dias irados demais.



O que o skate significa para você?
– Significa minha diversão, minha liberdade. Sou muito feliz andando de skate, viajando o mundo e conhecendo várias pessoas diferentes.

Um recado final?
– Digo para todos andarem de skate com amor, dedicação e acreditar sempre nos seus sonhos. Jamais desistir!

Abaixo, veja a foto do pôster, clicada por Allan Carvalho:


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Armen Pamboukdjian
Jornalista / Editor da CemporcentoSKATE