sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Marcou o Rolê! #03

Sessão Marcou o Rolê! no ar, agora todas as sextas-feiras na área registrando os principais acontecimentos da semana do skate de Brasília e Entorno, do Brasas e da Gringa.


A foto da semana é completamente dedicada a uma prata da casa, o photografo profissional Paulo Macedo "Paulinho", batalhou muito, e hoje é um dos mais reconhecidos fotografo em matéria de skateboarding no mundo. Um grande salve, nosso máximo respeito e admiração!

Abrimos o rolê pela Capital Federal com os principais destaques, Brasília bombando nos stories do blogger, neste domingo rola no Gama city o Rolê no Bosque #5 (18/08); Nossa foto da semana ficou com o Moment - Paulo Macedo; O registro de fotos do campe feminino Divas Sessions Day, também passou pelo Banks com os clicks de Dennes Ferreira; Por fim, resgatando do nosso BAÚ, a mítica produção autentica brasiliense ZNC - Evolução Natural (2007), Check & Play:
 


Num giro rápido pelo Brasas, passamos pelas principais noticias que circularam nessa semana, neste final de semana rola o Goiânia Crew Attack 2019 imperdível, vamos cola; Produção brasuca totalmente em alta se liga no bagui: O eclipse de duas mentes pelo coletivo Penyy and Pepë, na sequência o D-Tirré dos manos da Black Media Skate; dia 24/08 sai a premiere do “Gato Preto”, vídeo da ÖUS, terá premières em CTBA e SP; A sessão Trocando Ideia! veio de Inspiração, Máximo respeito e o Skate como filosofia de vida; Fechando o giro com a apresentação da equipe High Company - Oasis. Check & Play:



E para finalizar destacamos notícias diretas da Gringa, com a Converse dando as boas vindas à Dane Baker; A sessão Fica à Dica com Krooked - The Mermaid; E finalizamos com a sessão Para Entrar no Gás com épico VANS - Take it Back, que saiu quente esta semana. Check & Play:



E assim encerramos mais um Marcou o Rolê! Boas sessions...

Goiânia Crew Attack 2019 [16, 17 e 18/08]


Goiânia Crew Attack 2019
Dias 16, 17 e 18 de Agosto
BASE Ambiente (Rua 3, 84, Centro)
- Premiação de R$ 2mil em grana (+ material) pras Crews vencedoras (Masculino e Feminino).
- Premiação também até o terceiro colocado em material
- Novos obstáculos
- No Bananada:
- After Party oficial do GCA. Os integrantes das Crews com mais de 18 anos ganham ingressos pro Festival
- Disputas de Best Trick dentro do Festival durante os três dias

Formato
Um campeonato interativo e dinâmico, de pontos corridos.

• As Crews devem contar com no mínimo três e no máximo cinco skatistas.
• Acontecerão cinco baterias no formato Jam Session em cinco sessões da pista.
• Cada integrante da Crew se inscreve em uma bateria e os pontos vão se somando e sendo anunciados no decorrer do evento.
• Cada bateria ocorrerá em um obstáculo pré-definido e divulgado antecipadamente.

Não à institucionalização: As crews devem ser de amigos, sem filiação direta a uma instituição (marca, loja, igreja...)

Premiação
1º lugar Masculino: R$ 2.000 + premiação em material
1º lugar Feminino: R$ 2.000 + premiação em material

2º lugar Masculino: Premiação em material
2º lugar Feminino: Premiação em material

3º lugar Masculino: Premiação em material
3º lugar Feminino: Premiação em material

Inscrições: R$ 300 por Crew
Inscrições limitadas. Mande sua inscrição para o e-mail contato@ambienteskateshop.com.br .

A Ambiente, se orgulhamos de todo ano realizar o GCA e colocar Goiás no mapa dos maiores eventos de skate do país. Se liga como foi a ultima edição:

Goiânia Crew Attack 2018 (CemporcentoSkate)



Goiânia Crew Attack 2018 (BlackMediaSkate)



#gca2019
Apresentação: DC
Patrocínio: Chillibeans, Element e Volcom
Apoio: Crail, Drop, Improve, Santa Cruz e Thrasher
Parceiro: Festival Bananada
Realização: Ambiente Skate Shop

Divas Sessions Day

Resultado de imagem para Divas Sessions Day brasília
 
Texto: Renata Oliveira / Fotos: Dennes Ferreira,
O evento idealizado por Estefânia Lima, fundadora do Divas Skateras, aconteceu simultaneamente em 14 estados do Brasil. Algo inédito no mundo.

“Foi um sonho realizado, minha vontade sempre foi juntar as meninas em uma sessão, mas como a distância geográfica não nos favorece, rs! Formei um grupo e pouco a pouco as meninas foram dando ideias e mais ideias e o que era pra ser uma sessãozinha, acabou virando esse evento com o apoio de 100 marcas. Para muitas meninas foi a primeira experiência com organização de evento, agora elas pensam em movimentar mais a cena.”

Além de impulsionar as meninas a continuarem andando e se unindo cada vez mais, o Divas Sessions também abraçou várias causas sociais.

“Se depender de mim, todos os eventos do Divas apoiará uma causa”

Esse rolezão mostrou que o skate feminino continua mais vivo do que nunca. E que as meninas querem sim, devem e vão ocupar o espaço que também é nosso. Confira essa entrevista na íntegra.


Como que surgiu essa ideia de uma sessão simultânea?

Estefânia: Desde que o Divas surgiu em meados de 2006 meu sonho era juntar todas as meninas numa sessão, como isso não era possível devido a distancia geográfica, as meninas me enviaram fotos andando e eu fiz o primeiro dvd do Divas. Depois de 13 anos a gente fez um movimento desse, todas as dificuldades, de ter mantido o projeto vivo, todo o meu tempo dedicado, de todo o tempo de todas as meninas que colaboraram, porque se não fosse por cada uma delas o Divas Skateras não seria o que é hoje. Eu não imaginava tudo isso, o tanto de coisas boas e de amizades que eu fiz.

Quais as maiores dificuldades vocês encontraram?

Estefânia: Eu lancei a ideia paras as meninas em Fevereiro desse ano, logo após eu viajei, estava fora do país, então nos falávamos às vezes. Quando eu retornei faltavam menos dois meses a data que a gente tinha estipulado, foi aí que comecei a dar uma motivada nelas, a botar quente e aí que a gente foi mexendo, cada uma correndo atrás no seu estado pra fazer acontecer e muitas meninas nunca tinham organizado evento, mas tinham disposição e muitas delas vieram me agradecer pela oportunidade, porque elas estavam aprendendo a lidar com pessoas, com imprevistos, coisas que ela não estariam vivendo se não tivessem abraçado essa ideia. Para mim em particular, o mais difícil foi dar um suporte pra elas, sabe? Porque a gente já criou um vinculo, elas confiam muito em mim e elas sempre pediam minha opinião se fossem fazer alguma coisa e eu dar conta de dar a atenção merecida, foi foda. O que eu achei o mais massa foi que elas não se limitaram, elas foram pensando grande e me surpreenderam muito.

Desde o início foi idealizado que o evento apoiaria causas sociais ou surgiu ao longo do projeto?

Estefânia: Eu sou bem sensível a causas sociais e eu pensava muito em como eu poderia agregar isso, usar o skate pra ajudar o próximo e me veio isso na ideia do Divas Session que já aconteceu algumas vezes aqui em Cuiabá, uma vez no RJ e uma vez em Brasília, se chamava Divas Sessions beneficente. Então eu pensei por que não cada estado apoiar uma causa? Então a gente tá fazendo uma grande corrente do bem e se depender de mim, todos os eventos do Divas serão em prol de alguma causa.

Qual era a sua expectativa em termo de visibilidade pro skate feminino e principalmente o amador?

Estefânia: Sobre a visibilidade, eu acho que não esteja sendo só pro iniciante, amador ou profissional, está sendo pro skate feminino. É tudo skate. Eu também tô sempre acompanhando nas redes sociais a repercussão que está tendo então eu estou vendo muitas associações, federações, muitas skate shops, muitos perfis pessoais dos caras compartilhando, então tudo isso faz parte para que o evento seja um sucesso. Tudo isso que tá acontecendo uma união gigante, a gente uniu mais de 100 marcas, juntando todas que apoiaram em cada estado.

Qual foi o saldo geral do evento, foi além da expectativa de público, de incentivo mesmo pras meninas? Na real é uma motivação para continuarem andando e agora com a possibilidade delas organizarem os seus próprios eventos porque normalmente o skate feminino fica muito a mercê dos eventos masculinos, de ter uma categoria feminina (quando tem).

Estefânia: Então, quando eu dei ideia pras meninas foi só uma sessãozinha básica ali, se reunir. Mas aí a gente conversou ali no grupo, elas foram lançando ideias e já foi tomando uma proporção maior, o que é o máximo. Sobre o que o Divas Sessions deixou pra elas, assim, muitas nunca tinham organizado um evento e elas não sabiam dessa capacidade delas então elas já disseram que se animaram pra movimentar mais a cena, organizar mais eventos. Isso é bom que despertou essa gana de não deixar morrer o skate feminino. Também tem aquela questão da valorização da premiação que não é migalha nenhuma, igual acontece muitas vezes ainda e infelizmente quando é campeonato organizado pelos caras e outra coisas conversando com elas, todo mundo saiu ganhando alguma coisinha, isso é legal.

Pra finalizar, aquele velho saaalvê!

Estefânia: Primeiramente para todas organizadoras que abraçaram a ideia sem pensar duas vezes. Aos apoiadores, patrocinadores, as mídias todas, as nacionais e locais, como é o caso da Central e amigos né, porque sem eles aqui em Cuiabá não teria acontecido, eu sempre tive o apoio deles e dessa vez não foi diferente e eu sou muito grata. Agradecer as meninas de Londrina e Porto – Portugal, que mesmo não tendo evento na cidade delas, foram lá e se reuniram para comemorar esse dia. A todos que diretamente ou indiretamente ajudaram, foram muitas energias nesse evento!


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Renata Oliveli



quinta-feira, 15 de agosto de 2019

MOMENT – Paulo Macedo

 
Natural de Brasília, Paulinho, como é conhecido pelos amigos, nos contou um pouco sobre a realidade do mercado de skate nos EUA e suas vivências como fotógrafo.

Como surgiu a oportunidade de mudar para os E.U.A?
 
Vim para os Estados Unidos com o intuito de andar de skate e trabalhar, só não imaginava que iria trabalhar com foto. Cheguei aqui pintando casa e fazendo serviços em mercados.
Fazia faculdade de jornalismo antes de vir pra cá mas larguei no 5° semestre, quando tive a oportunidade de vir pros EUA.

E o envolvimento com foto de skate?
 
Fui comprar minha câmera no final de 2009, porque sempre tive vontade de ter uma, mas não tinha noção de onde uma câmera me levaria.
Em 2010 comecei a me envolver com fotografia de skate. Só queria registrar momentos das minhas viagens e dos meus amigos. Com tempo fui aprendendo, evoluindo e tudo foi fluindo naturalmente.

Você acha que se tivesse ficado no Brasil, hoje você estaria trabalhando com fotografia ou teria seguido outro caminho?
 
Poderia estar trabalhando, mas não com Skate. Porque o mercado do skate no Brasil está em outras cidades, não de onde eu morava. Também existe o fato das marcas não terem dinheiro pra pagar os fotógrafos. Talvez poderia ser outra coisa, porém eu tenho essa filosofia de fazer o que eu gosto e eu sou feliz sendo fotografo, não importa se sou fotografo de skate, casamento ou fashion.

Quais os impactos que você sentiu tanto como skatista, quanto como fotógrafo ao chegar aí?
 
Foi difícil de me envolver aqui, primeiro pelo fato de ser estrangeiro e também de não conhecer a galera, aprender a falar a língua e o principal adquirir a confiança dos gringos.

Pedro Biaggio – Switch Flip
 
 
Mika – Fs Nosegrind
 
 
 
Ivan Monteiro – Fs Feeble 
 
 
Gino – Kickflip 
 
  Gabriel Fortunato – Bs Ollie

Como as mídias (revistas/sites) o recebeu?
 
A The Skateboard Mag tinha um espaço no site para novos fotógrafos, eu enviei umas fotos, mas nunca obtive resposta deles. Eu estava no Brasil trabalhando com fotografia de casamento e ajudando a minha mãe e comecei a juntar dinheiro para mandar para minha ex, que já morava aqui. Ela ia me comprar uma fisheye (lente), então postei num site aqui dos EUA procurando por uma lente e quem me respondeu foi o Anthony Acosta. Quando eu vi o e-mail, perguntei se era o fotógrafo de skate e ele disse que sim, falei pra ele que também era fotógrafo de skate, que estava no Brasil. Ele quis ver o meu trabalho, quando mostrei, ele falou: – Pow cara, você é um fotógrafo incrível, eu quero te conhecer pessoalmente. Passado um tempo, minha ex foi lá comprar a lente, ele me deu um livro dele autografado e eu fui à uma exposição de fotos dele quando cheguei nos EUA. A segunda vez que eu o vi, foi no The Berrics. Ele estava com uma galera que acabei conhecendo através dele, o Dave Swift, editor de fotografia da revista e o Grant Brittain, o editor chefe. Como sempre tenho meus trabalhos no celular, mostrei a eles e falei que tinha enviado no site, mas ninguém me respondeu. Então eles falaram: – A partir de hoje você vai começar a mandar foto direto pra gente. O fato de ser irmão do Felipe Gustavo me facilitou contato com muitos skatista, mas o Acosta foi o cara que me abriu as portas na Skateboard Mag.

Com relação a valorização do material fotográfico, você cita que as marcas nacionais não tem dinheiro, como que é essa questão aí, já que são marcas a nível mundial, como que é a relação: marca, fotógrafo e skatista?
 
Aqui com 100 dólares você compra qualquer equipamento de foto, dá pra você comprar uma lente, dá pra você consertar alguma coisa, já com 100 reais no brasil não consigo ter o mesmo acesso que aqui. Tem essa diferença de valor e aqui os caras valorizam mais, as marcas têm mais grana, já tem tipo um padrão. Já no Brasil não, os caras ficam chorando, esse é o problema.

O que mudou na sua visão em relação ao Brasil, por você estar inserido agora em outro meio, tendo uma percepção de fora, onde você percebe as falhas tanto com os skatistas, quanto com os fotógrafos.

O que você acha que faria o mercado do skate avançar e talvez sair desse polo Rio – São Paulo, enfim, ter visibilidade mesmo não só naquele lugar?
 
O Brasil é minha raiz, minha casa. Mas no Brasil tem uma grande indústria no skate mundial e tem vários skatistas com nível absurdo, não só no skate como na foto. Pra te falar a verdade no skate sempre vai ter panelas. É igual aqui. Califórnia é a cena mundial e se você não vier pra cá você não vai estar inserido nessa panela. No meu caso nunca tive que ir a São Paulo ou pra nenhum outro lugar do Brasil para as pessoas reconhecerem meu trabalho. Sempre fiquei em Brasília e acredito quando você é bom no que você faz, sempre vai ter espaço e as pessoas vão te achar. Sempre procurei evoluir no que fiz independente de lugar ou da opinião dos outros. Muitas pessoas vão falar que consegui pelo meu irmão ou sorte. Mas sempre tive muita fé em Deus e também no que fiz. Acreditei que um dia iria tirar fotos dos melhores skatistas e tudo foi um processo. Envolver-me com os gringos é totalmente diferente do que com os brasileiros, aqui é outra cultura e não tem o jeitinho brasileiro. Os caras são business e poucos são seus amigos. Então faço o meu melhor e tento meu relacionar da melhor forma possível com as pessoas. Tudo na vida é baseado em relacionamento. Porém, você não pode desistir dos seus sonhos não importa o que as pessoas vão falar ou pensar. Tenha fé em Deus e em você. Obrigado central pela oportunidade, minha família e amigos que acreditaram no meu trabalho e Deus por me guiar nesse mundo.

O eclipse de duas mentes


Penyy and Pepë é um coletivo artístico de Florianópolis (SC) que lançou recentemente o “O eclipse de duas mentes”, vídeo de Felipe Pereira Humphreys e Kalany Varela.

O projeto traz manobras de skatistas como Pedro Volpi, Pedro Barros, Marcelo Garcia, Vi Kakinho, entre outros, e junto uma mensagem do artista Dierã Marques envolvendo a cultura e a desordem dentro da ilha, conscientizando sobre os impactos dos hábitos de consumos no meio ambiente. Check & Play:



[BAÚ] ZNC - Evolução Natural 2007



Segue mais uma relíquia do skateboarding da Capital Federal, sessão nostalgia do nosso BAÚ resgata agora pra vocês o ZNC - Evolução Natural de 2007...

O Zona Central Skate Movie - ZNC nasceu com o intuito de dar um estímulo e divulgar a evolução do skate do Distrito Federal. Entre suas primeiras obras está o ZNC - Evolução Natural (2007), produção de Cledson Soares que contou com partes dos novos talentos do street do cerrado, como Alber Leandro "Milagrinho", Ângelo Joaquim, Caio "Boca" e Luiz Paulo "Aladin", além das participações de Klaus Bohms (SP), Daniel Marques (SP), Diego "Chaveirinho"(SP), Washington Pereira(DF), Igor Calixto(DF), Anderson "Baratinha"(DF) e Robson "Galego"(DF). Um verdadeiro marco em vídeos especializados em skate no Distrito Federal, sem dúvidas marcou toda uma geração e por esse motivo juntamos todos os movies no Para Entrar no Gás e prestigiar vocês com o ZNC - Evolução Natural. Check:

Intro

Parte 2 | Caio "Boca"


Parte 3 | Angelo Joaquim


Parte 4 | Klaus Bohms & Daniel Marques

Parte 5 | Zona Central


Parte 6 | Igor Calixto & Anderson Baratinha

Parte 7 | Alber Leandro

Parte 8 | L.P. Aladin 

Parte 9 | Final

Boas sessions...

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Fica à Dica | Krooked - The Mermaid


A Krooked é uma das marcas com o time mais legal de shape dos EUA, na minha opinião. E, o vídeo novo, “The Mermaid” é a prova disso! Check & Play:



D-Tirré


Sendo bem direto: skate de rua filmado por Eduardo Rezende, com participação dos gangueiros Nicholas Dias e Gabriel Bila, da entidade João Vitor Galvão, do furtivo Xesc Alomar e muitos amigos, como não poderia deixar de ser. Check & Play:



Fonte: blackmediaskate