quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Trilha da Sessão | Xurume SA - Wallrider


A história da “Caverna” de Anselmo Arruda já foi contada de diversas formas. A casa foi se modificando ao longo do tempo, cômodos foram dano espaço/se transformando em espaços skatáveis e inúmeros vídeos e fotos, muitos deles publicados aqui na CemporcentoSKATE, registraram a mutação.
 
Agora uma banda, chamada Xurume SA, escolheu a locação, situada em Itanhaém, cidade litorânea de São Paulo, como cenário pro vídeoclipe de “Wallrider”. Check & Play:



Xapa Driver #38 | Vini Sardi, Jota, Ruan e Matheus Just


O primeiro Xapa Driver de 2020 saiu. Vini Sardi, Ruan Felipe e Jota Ribeiro são skate puro! Além disso, são referências no skate adaptado, ou paraskate, como você preferir. Motivação total, sem frescura nem papo de coach quântico! Junto com Matheus Just, os três colaram pra trocar uma ideia com Lucas Xaparral e fazer duas sessões daquelas. Mais um Xapa Driver dos bão. Check & Play:



Fonte: Black Media

Aline Dantas leva o Skate para crianças especiais em Vitória (ES)


Graduanda em Educação Física, Aline Dantas é skatista e campeã do Street Master de 2019. Além das competições, ela executa um trabalho admirável em Vitória (ES), sua cidade natal.

Ela vem dando aulas de skate para crianças especiais, em uma das inúmeras mostras de que Skate realmente é para todos, independente de suas dificuldades e/ou limitações.

Aproveitei e conversei com ela para saber mais sobre o projeto. Leia o bate-papo logo abaixo:

Como e quando teve o insight de desenvolver esse projeto?

A muitos anos atrás eu já sonhava em trabalhar com esse público, porém tive primeiro a oportunidade de trabalhar em um projeto social, onde tive uma experiência com uma aluna que chegou com um tipo de deficiência física, foi um desafio para mim ensinar ela andar de skate e uma superação para ela que nunca tinha vivenciado a pratica do skate. De lá para cá a vontade de ver a galera andando só foi aumentando dentro de mim, sempre acreditei que todos pudessem andar de skate, independente das suas limitações. Só que eu não tinha ideia de como iria fazer isso, comecei a querer levar o skate para lugares que atende esse público. Percebi que alguns lugares ficavam com pouco de receio pois acham o skate perigoso. Só que quando se tem um desejo de fazer algo que irá beneficiar outras pessoas, as coisas fluem de maneira extraordinária.

Onde o projeto funciona?
Fui convidada por uma professora a dar uma aula para os alunos das APAE do município que moro, Vitória – ES. Foi uma experiência sensacional, tive feedback maravilhoso, pois a galera formou fila para andar de skate. Daí pensei, é possível! E foi, hoje atuo com aulas particulares para um público específico: crianças com paralisia cerebral, e que tem tido um resultado fantástico com skate. E paralelo a isso tudo, desenvolvo um projeto em uma escola estadual que é 0800, só para alunos com uma turma de alunos autistas, paralisia cerebral e surdo.



Seu projeto auxilia crianças, jovens e adultos especiais. A prática estimula em quê?
A pratica do skate para esse público para além da inclusão ao esporte, trabalha vários quesitos, como concentração, interação, confiança, auto estima, além do fortalecimento muscular e estímulos motores e novas possibilidades.

Qual é a importância da existência de projetos como esse no skate?
O skate é uma ferramenta extraordinária de transformação, enquanto skatista meu maior desejo é continuar levando o skate para todas as pessoas que não tem acesso, porque eu não carrego só um pedaço de madeira com 4 rodinhas, carrego o amor e a esperança.
Quais são suas metas para 2020?
Concluir a faculdade, fazer um intercâmbio com projetos que trabalham com esse público, aplicar o projeto em outras escolas e ajudar a galera que tem o desejo de implementar projetos com skate. Casar e ter filhos pode entrar também? (risos).


____________________________________________________________________

Estefânia Lima

Fundadora do Divas Skateras e colaboradora da CemporcentoSKATE
 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Fica à Dica! | 5 Melhores Vídeos de Skate de 2010 a 2020


Chegamos a 2020 e isso nos fez refletir sobre quais foram os 5 melhores vídeos da década! Check & Play:



Nike SB: “Wamono” (Feito no Japão)


“Wamono” é um vídeo de skate com Keyaki Ike, Kenya Okuno, Issei Morinaka, Ryo Motohashi, Yuto Horigome, Taihou Tokura e Ryuhei Kitazume, que são alguns skatistas do time japonês da Nike SB.

O nome do vídeo significa algo como “feito no Japão”, mais pelo lado cultural do que fabricação em si. Check & Play:



Fonte: skataholic

[BAÚ] Júnior Alves Bahia 12Tricks - Repost

Resultado de imagem para Júnior Alves Bahia 12Tricks - Repost

2020 na area, mas a produção do nosso "BAÚ" tem mais de 5 anos com vídeos de skatista locais da capital federal e o entorno, por este motivo ainda vamos solta muitos baús por aqui! Segue na sequencia. O quadro 12Tricks, produzido pela 12mm com o skatista brasiliense Júnior Alves "Bahia" aos embalos de Michael Jackson. Check & Play:


Fonte: 12mmSkate

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

[BAÚ] Luan Oliveira em Brasília - Mal Passado

Resultado de imagem para Luan Oliveira em Brasília - Mal Passado

Em 2008, Luan Oliveira esteve em Brasília, no auge de seus 18 anos, filmando para o Antihorário Volume 1, e já soltava bomba pra tudo que é lado. Aqui estão as imagens cruas desse tempo bom que não volta nunca mais. Check & Play:


Fonte: Black Media

Se liga como foi o Maze Fest 2019

 
 
A Maze, rede de lojas de sneakers e streetwear, realizou sua terceira edição do Maze Fest. O evento aconteceu dia 01 de dezembro (domingo) no Expo Center Norte em São Paulo.

O festival é a maior feira de streetwear da América Latina e contou com campeonatos de skates, feira de sneakers, talks, exposições de arte e shows.


O festival teve uma estrutura completa, em mais de 7 mil metros quadrados que abrigou stands, com novas marcas e marcas já consolidadas, e público estimado em 10 mil pessoas. Alguns dos principais lançamentos programados para o segundo semestre foram realizados durante o festival.

Além disso, o evento também abrigou palestras, exposição de arte, campeonato de skate, shows e feira de Sneakers.


A banda paulistana CPM 22, que acumula mais de duas décadas de carreira e leva nas costas premiações como o Grammy 2008 na categoria Melhor Banda de Rock Nacional, agitou o evento.

“Suor e Sacrifício”, último álbum do quinteto, regeu a apresentação com faixas como “Combustível” e “Ser Mais Simples”, mas sem deixar de lado clássicos como “Dias Atrás” e “Um Minuto Para O Fim Do Mundo”.


Dead Fish, um dos símbolos do hardcore mundial, também compareceu, com disco recém-lançado, -o oitavo da carreira com 28 anos de existência-, “Ponto Cego”. A banda segue acumulando elogios e regendo uma nação inteira de fãs que cantam de cabo à rabo todos os sucessos como “Sangue Nas Mãos” e “Sonho Médio”.

A Maze também contou com a presença do rapper Djonga apresentando a turnê do seu segundo álbum, lançado neste ano, “Ladrão”, comandado por “Leal”, “Tipo” e “Heat Trick”, foi a principal atração da noite.


Além dos shows, os talks fizeram parte da programação do Maze. Para discutir e refletir sobre a história, evolução e tendências do streetwear, um time de experts foi escolhido para compor as palestras.

Dentre eles, o skatista Lance Moutain , fundador da The Firm – uma das marcas de skateboarding mais relevantes da década que revelou para o mundo Bob Burnquist & Rodrigo TX – e também da host do 411VM video-revista americana que revolucionou a cobertura e o acesso a vídeos de skates.


Além dele, para ministrar os talks, o Maze Fest convidou Marina Góes (Brazilian Apparel), Rafaella Vanni, Maíra Botelho (Pimp My Sneakers) e Izabelle Capuzzo para o talk “Streetwear Girls”.

Marco “Grilo”, Vinicius Brandão (I Love Sneaker), João Guilherme (ator), Jé Santiago (Recayd Mob), Raphael (Recayd Mob) e Pérsio Tagawa (proprietário da Maze) participaram do talk “A cultura sneaker dentro do streetwear”.


Luquinhas (Ademafia) tocou o talk “Skate como ferramenta de transformação e inclusão social”.

As quatros décadas do skate inspiraram o campeonato Maze Street Ages, competição de skate inédita que aconteceu pela primeira vez nesta edição do festival. O campeonato celebrou quatro décadas do skate em formato único e homenageou a partir dos anos 70, os pioneiros de Dogtown até os anos 2000 em quatro provas inspiradas e julgadas pelas manobras e estilos de cada época.

Entre os skatistas que participaram estava Felipe Gustavo, Felipe Ortiz, Gabriel Fortunato, JP Dantas, Klaus Bohms, Luiz Apelão, Lucas Xaparral, Tiago Lemos, Yuri Facchini, entre outros.

O campeonato foi dividido em cinco etapas com uma premiação total de R$20 mil. Os campeões de cada etapa ganharam R$4 mil e, além do valor em dinheiro, um prêmio extra no valor de mil reais em todas as etapas para contemplar o melhor estilo na reprodução do visual das épocas. Check & Play:



Ganhadores:

Anos 70 – Gabriel Fortunato
Fantasia 70 – Leonardo Fernandes
Anos 80 – Murilo Peres
Fantasia 80 – Paulo Barata
Anos 90 – Yuri Facchine
Fantasia 90 – Leonardo Bodelazi
Anos 2000 – Yuri Faccchine
Feminino – Marina Gabriela

Fonte: triboskate