
Persistente e sem massagem, confiram mais um pico de Brasília que o Bala chamou no tele. Check & Play:
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Diego Almeida
Fonte: centralskatemag




“Comecei errando as três voltas e já estava ficando sem esperança. Estava errando muito, mas aí fui conversar com o Vovô (técnico da seleção brasileira de Park) e com meu pai ali na grade e consegui focar mais para entrar confiante na quarta volta. Era minha última chance e precisava pelo menos acertar. Mas aí eu larguei tudo, não deixei nada para trás e deu certo. Ainda bem! Eu gostei muito do meu combo na funda e do meu grind reverse, que me ajudaram na nota. Eu estava pensando nessa etapa já tinha um tempo. Desde Brasília, porque eu não fui muito bem lá. Mas acabou dando tudo certo, graças a Deus. Para começar bem essa segunda janela olímpica”, disse Isadora já focada da disputa do Oi STU Open, em novembro, que abre a segunda janela olímpica para os skatistas.
“Para mim é muito gratificante poder andar em cada etapa, e executar o que eu planejo e venho treinando para que aconteça. Independentemente do resultado, a minha maior motivação é realizar o que eu estou buscando. Isso é que não tem preço. E ainda ganhar as etapas, faz o que já é especial, se tornar mais especial e eu só tenho a agradecer. Uma vez aprendi dentro de casa, que todo esforço vale a pena. Então eu procuro todos os dias da minha vida dar o meu melhor. E tenho certeza que é isso que vai levar a minha vida para onde eu quero. Foi um dia muito especial para mim”.
