quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Black View | Samuel Jimmy

A Black Media tem muito orgulho em soltar uma entrevista de um cara como Samuel Jimmy, dono de um skate monstruoso e do melhor pop out que se vê no pedaço.

Como skate não é só manobra, admiramos também sua personalidade. Você não vê ninguém falando mal do cara, são só elogios por onde passa…

Ele vem produzindo material com a gente desde o começo do site; fez parte da primeira “Black Trip”. Sem mais delongas, com vocês, Samuel Jimmy.

Texto e entrevista por Caetano Oliveira | fotos por Caetano Oliveira e Marcelo Mug 

Samuel Jimmy. (Caetano Oliveira) 

Por que você mora em Brasília e quanto tempo faz que está ai?

Estou em Brasília há uns 5 anos, mais ou menos. Resolvi mudar pra cá depois das primeiras visitas, quando entrei na Capital por convite do LP Aladin e percebi que aqui é uma das melhores cidades do Brasil pra andar de skate! Me apeguei à cidade e à marca pra juntos construirmos uma história. Sem dúvida, essa mudança foi essencial pro meu skate, pela quantidade de corrimão e chão bom que a cidade oferece… Se eu fosse morar na cidade da minha família, não estaria vivendo o skateboard, muito menos profissionalmente. Talvez eu fosse peão ou algo do tipo “gravatinha”. Hahahaha!

Fs no comply crailslide. (Caetano Oliveira)

Você consegue viver bem do skate agora que passou pra pro?

Sim, passar para profissional foi uma evolução financeira, sem dúvidas… Os perrengues já não são como antes. Graças aos meus patrocinadores, que me dão um suporte, estou vivendo bem. Pago meu aluguel, minhas contas, me alimento bem e ando de skate a hora que quiser; pura qualidade de vida! E ainda é só o começo…

Frontside tailslide. (Caetano Oliveira)

Você sabe que isso é bem raro no Brasil, né?

Sei muito bem… Sou muito grato e faço por merecer !

Já passou muita dificuldade por causa do skate?

Sim, muitas. Já morei de favor, passei necessidade, sem grana até pra comer, entre outras… Mas tive muita sorte nessa caminhada, pois muitas das vezes tive amigos por perto… Quem nunca? Não tive berço de ouro. Mas tenho orgulho de tudo que passei nessa caminhada, pois não foi fácil e, hoje em dia, com as condições melhores, consigo viver muito bem pelas lições de vida que ficam pra sempre.

Fs smith. (Caetano Oliveira)

Você viveu um tempo com o Korn, Bisteca e Maizena certo?

Sim. Comecei a colar na house cedo… Desde os 13 anos, nos campeonatinhos de base em Barueri. Passou um tempo e, mais ou menos com uns 16 anos, me joguei pra São Paulo pra tentar a vida, buscar o reconhecimento da mídia e tal. Aí fui morar de favor na casa da Margô, mãe do Korn, onde o Maizena já era um dos recrutas desse “exército”. Aí, a família me adotou e começaram os corres. Experiências e aprendizados… Sou eternamente grato a eles, pois realmente foi uma evolução sinistra para o meu skate, tipo treinamento de exército. Hahahaha! Skate 24 horas!

Flip fifty. (Marcelo Mug)

Como era acordar todo dia e ver a cara do Maizena?

Assustador! Hahahaha!

Com quem você anda mais de skate ai em Brasília?

No Bancário, eu ando com os locais, Aladin… Na NES, é a galera que cola lá, uns manos das antigas, os manos da Cripta, Lehi, Tavares… E por aí vai.

Fifty. (Caetano Oliveira)

Como foi participar do Tampa? Foi a primeira vez nos USA?

Foi minha primeira vez no EUA, depois de 3 anos tentando o visto. Colar no Tampa foi épico, curti de perto toda a festa, conheci uma galera em que sempre me inspirei… Foi foda! Realmente uma experiência sinistra, evolução de skate e pessoal.

O locutor do evento ficou bem empolgado com sua volta, rolou algo entre vocês?

Hahaha! Vai tomar no cu!

Falando sério, você se saiu bem, muita gente comentou. Tem planos de voltar pra se empenhar na rua? Filmar e fotografar?

Sim, fiquei 30 dias em Los Angeles e consegui filmar algumas coisas. Em breve sai uma partezinha minha nos picos gringos. Fizemos algumas fotos também; em breve deve sair em alguma revista nacional.

Foto: Marcelo Mug

O que acha que essa entrevista pra Black Media vai trazer pra sua carreira? (risos)

Muita dor de cabeça. Hahahaha!

Com certeza!

Brincadeira. É uma honra, vocês são da hora… Tamo junto desde o inicio.

Pivot flip out. (Caetano Oliveira)

Algum plano futuro de pró model? Saiu um seu pela Capital recentemente, certo?

Esse ano, eu solto uma vídeo parte pela Capital que estou devendo desde o ano passado. Desculpa aí! Prometo não decepcionar! Hahaha! E, logo menos, sai a nova coleção de shapes da série DNA de cada “atréta”, e a série monumental da Capital, padronizada por designers altamente competentes…

Como é viver em Brasília, que atualmente não tem nenhuma mídia especializada em skate? Vira e mexe tem que colar pra São Paulo pra produzir algo ou se vira por aí mesmo?

Hoje em dia, com o poder da internet, podemos produzir de qualquer lugar que a mensagem é transmitida! Mas sempre que é preciso vou pra SP.

Fs 180 switch grind. (Caetano Oliveira)

Agora me fala: qual a foto dessa entrevista que mais gostou? Existe alguma história interessante de alguma sessão? 

Passa o carteado das fotos para eu dar uma olhada, né? Hahahaha! Na real, aquela da borda branca! Essa borda branca, vou te falar hein… Eu era amador, foi um dia após o evento “Skate Livre”, na Roosevelt. Você me levou e apresentou essa borda e estava garoando, tudo úmido, mas o rolê foi da hora. Rendemos e, se me lembro bem, foi minha primeira aparição no Black Media , certo?

Temo que não, vamos ter que conferir. Hahaha! Quais suas maiores influências? Me fala quatro do Brasil e quatro de fora. 

Do Brasil? Biano Bianchin, Klaus Bohms, Paulo Galera e Rodrigo Maizena que, apesar de feio, anda muito! Gringolândia: Jamie Thomas, Andrew Reynolds, TX e Heath Kirchart. TX é gringa, né, mano? Deixa os Brasa viver! Tem o AVE também, Van Engelen… Não tem como; com esse aí é fatality inspiration.

Crooked. (Caetano Oliveira)

Da última vez que estive em Brasília, presenciei seu irmão mais novo andando com você e descendo um cano, deu vontade de chorar? Como é andar com ele? 

Meu irmão mais novo e único, somos só nós dois. Porra, foi muito orgulho para o irmão mais velho aqui… Ver aquele lék botando para baixo no corrimão de homem! Ele com 15 anos desceu um cano de 15 degraus, filmagem de celular, só pela honra. O moleque é foda, sangue do meu sangue. Hoje em dia, o foco dele é outro, anda por amor se e espelha em mim. Sempre que vou pra Andradina andar com ele é da hora. Ele tá cada vez maior e eu até fico assustado. Ele é um moleque bom e vai ter um grande futuro!

Ele é mais novo e tem a voz mais grossa, você se sente mal por isso?

Hahahahahahaha! Ô louco, tio!

Tô perguntando isso porque sempre vejo alguém comentando da sua voz. Já foi ver isso?

Caralho, sério? Minha voz tá fazendo sucesso, hein? Nunca imaginei! Hahaha!

Não dá pra descer um cano de 30 e gritar no final, né? Queima o filme! Hahahaha!

Gritar de felicidade, né? Hahahaha!

O Fel mandou perguntar pra você se precisa descer corrimão pra ser pro. 

Claro q não, né, cara? Skate cada um tem o seu. Tendo um bom relacionamento na mídia e com o patrocinador, quem te impedirá? Haha!

O famoso teste do sofá?

Se for patrocinadora… Haha!

Rockão. (Marcelo Mug)

São três da matina e estamos aqui fazendo isso, ambos cansados. Algum agradecimento ou recado pra alguém? Alguém que te deve grana ou algo do tipo?

Obrigado, Caetano, Fel e Mug, pelo corre monstro de manter essa mídia negra obscura, tosca e ridícula que é a Black Media! Agradecimentos especiais aos meus patrocinadores: Qix, Capital, Independent Trucks, N.E.S. Pra minha família e um salve a todos os verdadeiros dessa caminhada. Skateboard! Tamo junto, Paz! ”A boca só se cala quando o tiro acerta”!

Carlos Ribeiro's "1947" Part


Uma das vídeos part mais esperadas do ano Carlos Ribeiro's - LRG "1947" Part, exclusivamente, pela Thrashermagazine... Simplesmente fodástica e indescritivel. aperte o Play e Check:


MAD CITY


Fica à Dica no ar, apresentando uma superprodução do skate mundial MAD CITY, como sempre contando com skatistas de alto calibre tanto brasas, quanto gringos, sem mais delongas. Cesar Prod. cruzou as cidades de São Paulo, Barcelona, ​​Marselha, Lyon, Grenoble e Genebra.

É nos skatistas frenéticos urbanos manobrando tricks loucas em lugares impossíveis. Check & Play:


Filme dirigido por Tristan Zumbach.

Estrelando: Ferando Java, Vinicius Santos, Max Genin, Glauber Marques.

Amigos: Jani Laitiala, Jo Charles, Rodrigo Souza, Alexis De Caprona, Thomas Henrique, Marcos Marciel, Felipe Gustavo, Fabio Castilho, Simon Perrottet, Carlos Henrique, Renan Hassan, Jp Dantas, Jp Souza, Rafael Edward, Marcelo Formiga, Pablo Valez , Lucas Xaparal, Henrique Crobelatti, Felipe Nery, Jigrdal Tenzin, Raul Fernandes, Pavel Derenkov, Charles Collet, Killian Zenders, Elton Melonio, Felipe Marcondes, Celian Cort-Moller, Romain Von herp, Mailton Santos, Claudio Junior, Paolo Piquet, Ricardo Santos, Antonio Juneka, Daniel Lebron, Gian Naccarato, Greg Hamel, Stanley Innacio, Daril Domingues, Willian Nascimento Truta, Julien Mérour, Laurent Riza, Andrea Crispini, Rodrigo Zaneli, Sébastien Reynaud, Denis Silva, Microfone, Stephane Giret, Alex Cardoso, Dwayne Fagundes, Ricardo Carvalho, Anton Myhruold, Menelik Jourdan, Jasper Mcdowel, Romain Grobetti, Tiago Lemos, Wilton souza, Evandro Martin, Diego Fontes, Garbiel Zufferey, Vitor Sagaz, Saphep Tang, Julien Troussier, Dan Lönngren, Rafael Toledo.

Fonte: Cesar Prod.

Vibe lança pro model Wagner Ramos II


Lançado em 28 de outubro, o segundo pro model de tênis de Wagner Ramos pela Vibe Shoes já está nas lojas. O novo pro model de Wagner Ramos alia tecnologia, controle e extremo boardfeel.

E para comemorar, a Vibe soltou um vídeo com participações especiais de Victor Süssekind, Zene Sachs, Murilo Romão, João Paulo Fontes, Lara Ramos, além de Ademar Luquinhas e toda a gangue da Ademafia. Check & Play:


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Freeday Cenários - Vídeo Oficial da Tour


"O vídeo Cenários tem inspiração nos diversos picos, conhecidos e desconhecidos, onde o skate esteve inserido. Música, cultura street, sonhos e realidade compõem a vida dos skatistas Freeday. A tour Cenários passou pelas cidades de Montevideo no Uruguai, Santiago e Val Paraíso no Chile, além de Rio de Janeiro e Brasília no Brasil."

Depois de muita espera, o vídeo na íntegra! Em cena, nossos atletas pro: Adelmo Jr, Paulo Galera, Marcus Cida, Patrik Mazzuchini, Ricardo Porva e JN Charles, que passaram por diversos picos inusitados agregando os mais belos cenários à habilidade no skate. Check & Play:


Vídeo: Zezeh Luiz Fotos: Heverton Ribeiro

Viva Íris! Salve Ricardo Porva - Superação?



Limitação…

Substantivo feminino
1. Ação ou efeito de restringir a certos limites; restrição, contenção.

Quem afinal pode restringir, conter ou determinar limites?

Por Aline Giuliani,
Imagine a cena: um casal espera seu primeiro filho. É uma menina!! Ela vem cheia de graça e lindas bochechas rosadas. O pais tem seus 23 anos, são jovens, cheios de vida, energia e sonhos. O pai é atleta, praticante de um esporte democrático, feito para todos, mas que traz sustento para poucos.

Vindo de muito longe, de um mundo com pouco asfalto e nenhum ponto a seu favor para se tornar um skatista profissional. A mãe uma menina, artista, arteira… só querendo ser feliz na vida.

Essa criança só trouxe alegria.

Um belo dia algo começa a mudar. Uma jornada se inicia.

Incertezas, medo, angústia… uma condenação…

Imagine ouvir um médico dizer que aquele filho tão amado, aquela pequena tão esperada não iria viver.

Que perderia seus movimentos. Que nada poderia ser feito.

“Tudo o que você fizer só vai adiar o inevitável. Ela vai parar de se mover, vai parar de comer e parar de respirar sozinha. Será terrível. Nada pode ser feito.”

Assim. Taxativo. Desesperador. Cruel.

Aquela sensação de que tudo estava dando certo de repente se desfaz, como um barco que começa a afundar. E você simplesmente tem que se deixar levar por água abaixo depois de se debater sem parar enquanto seu pensamento te enlouquece com perguntas enfurecidas e frustrantes sobre o porquê de tudo aquilo.

Até que finalmente você se entrega e deixa que a água te enlace e ela te traz de volta a tona, pois lá em cima uma luz muito forte não desiste de brilhar.

É o riso de uma criança, um olhar que insiste em dizer que ainda existe muito que não foi dito.

Um novo caminho se abre. De descobertas, de aprendizado.

Novas vivências. Respostas. Novos significados. O mundo de antes ficou para trás. Agora um novo sentido. Um novo tempo.

Você finalmente aprende a falar com o olhar. A ouvir junto. A andar sem se mover. A brincar diferente. A perceber com o coração.

E aprende que tudo o que te ensinaram sobre regras e sobre como fazer as coisas se dissolve num mar de relações insignificantes.

É um mundo novo que pede mais acesso, mais espaço, permissão para chegar.

Ainda assim, NÃO! é o que você mais ouve. Não pode andar, não pode nadar, não pode pedalar, não pode correr, não pode se cansar, não pode se resfriar, não pode correr riscos, não pode, não pode, não pode…

Imagine um cara que vive do que seu corpo faz, de resistência física, da força dos seus músculos para saltar dezenas de vezes obstáculos sem parar, ter que ouvir tudo isso.

É com sua filha, mas é seu ritmo que tem que diminuir.

De repente, de tanto ouvir, você passa a dizer não também!

Não para a condenação! Não para a restrição! Não!

Porque a vida diz sim!

E reinventar todas as formas de andar, correr, brincar e pular, passa a ser a coisa mais normal, mais natural do mundo!

Sem esperar, você encontra, enfim, pessoas que vem te dizer sim! Sim, vamos tentar! Sim, pode dar certo! E se não der ainda assim vai valer a pena.

Quando você encara algo como a Atrofia Muscular Espinhal você tem que deixar bem claro para você mesmo que diagnóstico não é destino!

Mudar exige esforço. Enfrentar exige extrema coragem!

Coragem para encontrar um mundo onde nada é tão diferente que não possa ser visto como normal. Um mundo onde finalmente entendemos que a diferença não está na forma de falar, andar ou comer. Onde a essência verdadeira da vida está acima de qualquer pré-conceito que possa existir. E onde o som do coração possa ecoar mais alto sempre.

É nesse momento que você determina o que pode ou não fazer. E com essa determinação vai tentar adaptar o mundo a sua volta para ver aquele sorriso todos os dias.

Todas as formas de exercitar-se para melhorar alongamento, resistência, mobilidade, ganho de força. Tudo é válido. Mas também é válido ser feliz, sorrir, sentir o vento no rosto.

E assim dia após dia realizar sonhos que parecem tão simples. Trocar passos. Andar de bicicleta. Dançar…

Mas ainda faltava uma coisa importante. Seguir os passos do pai.

Pintar, desenhar, fazer arte com a mãe, tudo isso estava ok.

Mas tinha que andar de skate com o pai.

Já tinha feito isso em seus braços, empurrada em sua cadeira. Mas tinha que ser de pé! Tinha que colocar seus pés no skate e sentir aquela vibração das rodas no chão.

Aquele pai precisava ver isso.

E feito um pequeno pássaro ela voôu em sua gaiola. Essa que não aprisiona, mas liberta…

Sua vontade pode ser confundida com teimosia, e de tanto teimar pode finalmente dar certo… Não importa qual o recurso, mas como você faz uso dele…

Se o seu recurso é o sonho, adapte! Se for uma gaiola, liberte-se!

Essa é a história da Iris e da sua família normal.

Essa família que agradece todos os dias por ter encontrado um lugar que realmente faz jus ao significado da palavra reabilitação:

Substantivo feminino

1.Ação ou efeito de reabilitar(-se); recapacitação, regeneração.

Regenerar-se diante das dificuldades. Superar diante das condenações. Abraçar, surpreender, reconhecer, aprender.

Você passa a andar em outra dimensão quando entende que o mundo é limitado demais para a capacidade do ser humano de reinventar-se.

Agora imagine outra cena: é uma linda menina que só quer nessa vida experimentar e descobrir coisas novas. Ela conseguiu andar de skate essa semana. E foi simplesmente incrível. Feito um pássaro livre e isso não pode mudar. Os olhos dos pais marejaram com seus gritos de euforia. Isso aconteceu na clínica de fisioterapia. Se por algum acaso andar de skate não trouxesse nenhum benefício como fortalecer, melhorar o equilíbrio, a mobilidade, entre tantos outros, ainda assim seu riso valeria a pena.

O sonho do pai de andar de skate com ela se tornou real. Mas mais do que isso, esse pai, skatista profissional, pode ver o esporte que mais ama reinventado. Dando a chance de fazer sorrir outras crianças. Arthur, Isabella, Yago, Pedro, Leonardo, tantos outros… quantos olhares… quanto riso… sem explicação.

Existem pessoas e lugares que não estão nesse plano ao acaso.

Gratidão.

Obs: Essa também é minha história. Minha, do Porva e da nossa Iris.

O que nos motiva a seguir fazendo essas loucuras é ter um centro de reabilitação como o Vitória, que coloca o paciente sempre em primeiro lugar e acredita nos sonhos e os incentiva. Terapia sem alegria não tem sentido. Cada conquista ali é motivo de festa. Evolução não acontece por nenhum protocolo. É por respeito ao ser humano e a vontade de fazer a diferença com amor, paciência, persistência e coragem.

Obs 2: A Iris tem Atrofia Muscular Espinhal (AME), doença do neurônio motor que afeta sua musculatura trazendo fraqueza e atrofia generalizada. É progressiva e ainda sem cura. Mas isso pode mudar logo! Nos ajude! Divulgue, informe-se, saiba mais. Nós podemos fazer a diferença.

Obs 3: A AME não impede a Iris de andar de skate, ainda que seja dentro de uma gaiola! A limitação está nos olhos de quem vê.

Confira o vídeo da Íris andando pela primeira vez de Skate. Check & Play:


Confira todas as fotos, acesse: VIVA ÍRIS

Fotos por: Erick Bollmann e Ricardo Porva
Filmagem e Edição por: Ricardo Porva
Texto: Aline Giuliani
Inspiração: Íris Giuliani Oliveira Assis

Fonte: VIVA ÍRIS.

Premiere do ADEREIXONS CREW OU SOMA OU SOME no D'RUA SKATESHOP! (06/11)


Nascida exatamente na data 27/09/2014 após juntar algumas imagens gravadas durante o ano de 2014 nasceu a crew mais peba suja e jagunça do Distrito Federal com o lançamento do video Saint's Mary - Adereixons Crew, voltamos esse ano com um conteúdo maior, mais sujo e mais zuado da face da Terra, venha aderir também a toda essa pebice junto com os integrantres da crew. VAI ADERIR?

Primeiro Vídeo da crew . Check & Play:

Premiere ADEREIXONS CREW 
Lançamento do vídeo: OU SOMA OU SOME 
Dia 6° de novembro às 14:00 
LOCAL: D'RUA SKATESHOP

Chega mais parceiro!

Fonte: Adereixons

Nyjah se despede da DC Shoes com vídeo OMFG


Oh My Fucking God é o vídeo anual de Nyjah Huston em busca do título de skatista do ano da Thrasher.

Nyjah Huston já ganhou todas competições possíveis. Ou melhor, QUASE todas.
Uma de suas maiores ambições, é ganhar o troféu de bronze de Skatista de Ano da Thrasher Magazine, e sabendo que resultados de campeonatos não pesam muito nessa decisão, nos últimos anos ele tem se dedicado muito para gravar manobras cada vez mais insanas. E não tem como não ficar chocado quando esses vídeos saem.

Nessa segunda-feira, a Thrasher lançou “OMFG”, Oh My Fucking God, quase cinco minutos de marretadas impossíveis de não impressionar até seus haters. Habilidades técnicas aplicadas em picos cada vez maiores e com uma segurança de como se estivesse andando numa quadrinha.

Essas são as últimas manobras que veremos Nyjah andando com tênis da DC Shoes e roupas da AYC. Ele está oficialmente fora das marcas e dentro de alguns dias será anunciado com um novo patrocinador dos pés à cabeça. Check & Play:


Fonte: skataholic.